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Copa 2018

Miranda vê encontro com Alemanha chance de reescrever a história

Zagueiro, que não participou do Mundial de 2014, diz que o grupo de Tite considera jogo desta terça (27) uma chance de deixar o '7 a 1' no passado

Copa 2018|Do R7

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Miranda entende que grupo brasileiro tem chance de superar '7 a 1' e reescrever a história
Miranda entende que grupo brasileiro tem chance de superar '7 a 1' e reescrever a história

O zagueiro Miranda não esteve na Copa do Mundo de 2014. Portanto, não fez parte do grupo que foi goleado pela Alemanha. Mas, neste domingo (25), o jogador assumiu um papel de porta-voz da equipe para deixar claro: o grupo do técnico Tite encara o fatídico 7 a 1 como parte do passado e que os novos jogadores querem "escrever um novo capítulo da história".

Miranda é um dos jogadores confirmados para a Copa por Tite e, para o jogo desta terça-feira em Berlim contra a Alemanha, admite que o amistoso promete ter um papel importante na reta final da preparação.


"O 7 x 1 ficou para a história. A seleção hoje está muito melhor preparada. Estamos prontos para a Alemanha, que é uma das favoritas para Copa", insistiu o defensor, que vê 2014 e 2018 como momentos diferentes da seleção brasileira. 

"Foi uma imensa tristeza. Mas conseguimos dar a volta por cima, classificamos com várias rodadas de antecipação, recuperamos a autoestima, amadurecemos e estamos fortes. Os jogadores que estão aqui querem escrever nova história. O ano de 2014 é passado. Temos de pensar no presente e no futuro. O amistoso é um jogo importante para a preparação e servirá para ver nosso nível e quanto teremos de melhorar", enfatizou Miranda.


Miranda indicou que a opção de Tite por Fernandinho na terça-feira, um dos jogadores mais criticados no jogo 7 a 1, representa uma nova oportunidade para o meia.

"Trata-se de uma oportunidade para escrever uma nova história. E a tendência é de ele se transformar em titular. Acho que não vai desperdiçar isso", complementou o zagueiro.


Ele admite que, com a entrada de Fernandinho, o meio-campo "ganha um pouco mais de força". Mas deixou claro que o time continuará ofensivo. "A seleção é rápida no contra-ataque. Vai ganhar mais equilíbrio. Mas jogamos para vencer e somos muito ofensivos", garantiu.

O zagueiro também destacou a ausência de Neymar, indicando que a seleção "precisava passar por um teste sem Neymar". "Ele faz falta e é nosso maior jogador. Mas esse é o momento certo para fazer um teste sem ele", disse.

Veja a camisa que será usada pela seleção brasileira na Copa da Rússia:

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