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Copa 2018
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Geração dos 7 a 1 fracassa contra Bélgica e adia sonho do hexa

Time brasileiro se perdeu no momento decisivo, quando os jogadores, que pareciam conduzir a seleção para uma nova era, não corresponderam

Copa 2018|Eugenio Goussinsky, do R7

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Fernandinho fez um gol contra no jogo
Fernandinho fez um gol contra no jogo

A geração que foi derrotada por 7 a 1 nas semifinais contra a Alemanha, em 2014, não conseguiu se recuperar na chance que teve nas quartas de final diante da Bélgica, nesta Copa do Mundo de 2018, quando o Brasil foi derrotado por 2 a 1.

O volante Fernandinho, presente no jogo em 2014, começou com dificuldades na marcação e, aos, 14 minutos fez um gol contra ao tentar rechaçar cobrança de escanteio.

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Já o meia Paulinho, que substituiu Fernandinho contra os alemães, perdeu, diante dos belgas, duas chances de gol ainda no primeiro tempo.

Aos 9, ele chutou de dentro da área, mas a bola bateui na defesa. E logo em seguida, Paulinho não chegou a tempo para finalizar perto da pequena área. E aos 16 do segundo tempo, ele não aproveitou rebote do goleiro Courtois.

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O lateral-esquerdo Marcelo também demonstrou insegurança no início do jogo, cedendo espaço para os contra-ataques em suas costas.

Thiago Silva e Neymar, que não estiveram em campo nos 7 a 1, também não acertaram suas finalizações diante dos belgas.

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Numa delas, aos 20, o zagueiro tocou para o gol e a bola bateu na trave, após escanteio.

Quando assumiu o comando da seleção, o objetivo de Tite foi justamente evitar uma "caça às bruxas", para manter jogadores que ele acreditava terem potencial.

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Em todas as partidas antes do Mundial, os jogadores pareciam responder às altura as expectativas. Em 21 jogos até então, o Brasil havia perdido somente um.

O time dominava as partidas e quase não permitia que os adversários criassem chances de gol.

No início da Copa, a equipe obteve os resultados necessários, mas nitidamente não apresentou o mesmo futebol das Eliminatórias e dos amistosos.

E na partida mais difícil da competição, o Brasil novamente sucumbiu ao nervosismo e não conseguiu repetir em campo tudo que parecia ter assimilado na Era Tite. O domínio no segundo tempo não foi suficiente. E, novamente diante de seus fantasmas, veio mais uma eliminação.

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