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Toto Wolff explica bronca em Hamilton após reclamações: 'Precisava acalmar as coisas'

Austríaco disse que a mensagem buscava acalmar o piloto, tenso durante a corrida; Hamilton ficou em 8º após sofrer punições

Automobilismo|Do R7

Wolff e Hamilton trabalham juntos há 10 anos
Wolff e Hamilton trabalham juntos há 10 anos Wolff e Hamilton trabalham juntos há 10 anos

Toto Wolff, chefe da Mercedes, disse que sua reação impaciente às reclamações de Lewis Hamilton durante o GP da Áustria, em Spielberg, foi necessária para "acalmar as coisas". O heptacampeão queixou-se insistentemente sobre a falta de punição a outros pilotos que estavam excedendo o limite da pista, motivo pelo qual ele foi punido, e sobre a dificuldade em manter seu carro dentro das linhas. "O carro está ruim, nós sabemos. Apenas pilote, por favor", disse Wolff ao tomar o rádio da equipe em mãos.

"Houve muitas discussões sobre os limites da pista e se eles foram aplicados ou não, mas eu queria apenas ter certeza de que estávamos fazendo o melhor com um pacote que não funcionou", disse o dirigente ao fim da corrida, antes de explicar o impulso de se comunicar com Hamilton durante a prova. "Foi apenas para o melhor interesse dos pilotos e da equipe. Às vezes, como se diz, há um certo momento em que você precisa acalmar as coisas".

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Wolff tratou o episódio com naturalidade e disse que não haverá nenhum impacto em relação às negociações para a renovação de contrato do piloto britânico. O atual vínculo termina no final deste ano. "Não é uma discussão sobre dinheiro. É sobre o futuro, sobre o que queremos fazer certo e otimizar, não estamos mais falando sobre duração ou dinheiro, são outros tópicos", afirmou.

Por exceder os limites da pista, Hamilton sofreu uma punição de dez segundos após revisão dos comissários de prova e caiu de sétimo para oitavo lugar. Ele já havia sido punido com cinco segundos durante a corrida, por ter colocado sua Mercedes fora do traçado branco da pista por diversas vezes.

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A questão dos limites foi a grande polêmica do fim de semana e a maioria dos pilotos reclamou da regra. Carlos Sainz, Yuki Tsunoda, Alexander Albon, Pierre Gasly, Nyck de Vries, Esteban Ocon, Logan Sargeant e Kevin Magnussen também receberam punições após a revisão feita pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), em razão de um protesto protocolado pela Aston Martin.

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A entidade informou que teve de avaliar 1.200 possíveis infrações para confirmar 12 transgressões e aplicar as sanções. Ao comunicar a decisão, também disse ter concluído que as curvas nove e 10 do circuito austríaco não possuem estruturas adequadas.

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"Surgiu uma situação sem precedentes que resultou em todas as possíveis infrações não podendo ser revisadas durante a corrida", comunicou a FIA. "Para resolver o problema em eventos futuros, renovaremos nossa recomendação ao circuito de adicionar uma área de escape de cascalho na saída das curvas nove e 10."

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