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Por que o Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1 tem tudo para ser uma prova inesquecível?

Novo circuito de Madring tem traçado desafiador e já foi chamado de ‘destruidor de carros’ pelo chefe de equipe da Williams

Automobilismo|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1 retorna a Madri após 45 anos, com o novo circuito de Madring, que combina alta velocidade e pista de rua desafiadora.
  • O circuito Madring é descrito como "destruidor de carros" devido aos desafios que apresenta, incluindo curvas complicadas e poucas áreas de escape.
  • A curva La Monumental, com grande inclinação, é destacada como um ponto de ultrapassagem empolgante, mas seguido por uma freada brusca.
  • Comparado ao GP de Mônaco, Madring oferece áreas de mais velocidade e aderência, prometendo uma corrida emocionante e menos monótona.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Depois de 45 anos, a Fórmula 1 está de volta a Madri em um circuito que não é para qualquer um Reprodução/Instagram @f1 - 11.09.2026

Demorou 45 anos, mas a Fórmula 1 voltou para Madri, na Espanha, em um Grande Prêmio que promete intensas emoções.

O novo circuito que recebe a prova é chamado de Madring, combinação de “Madri” e “ring” (“circuito”), e é cheio de desafios.


Trata-se de um circuito híbrido em que parte de seu traçado é de uma pista de corrida própria para alta velocidade e outra parte é de pista de rua, mais truncada e desafiadora.

Para o público, tudo foi pensado para trazer a experiência mais tranquila, uma vez que o circuito tem acesso fácil por transporte público, fica perto de aeroporto e do Centro de Convenções IFEMA.


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Para os pilotos, por outro lado, o desafio é monumental, sobretudo levando-se em conta os primeiros testes no circuito, que fizeram com que o chefe da Williams, James Vowles, definisse Madring como “destruidora de carros”.

Motivo para isso, ele teve. Nos primeiros testes no circuito, com carros de Fórmula 3, a bandeira vermelha (indicando acidente grave na pista) subiu nada menos que 19 vezes durante dois dias de atividades.


Na Fórmula 1, com poucos dias para conhecer o circuito, os pilotos terão que entender direitinho os perigos de Madring, com suas curvas complicadas e suas poucas áreas de escape.

Especialistas previram que a prova deve ter muitos acidentes e apontam como grande atração a curva chamada La Monumental, que tem uma das maiores inclinações da história da categoria e, por mais que seja empolgante e um bom ponto de ultrapassagem, vem seguida por outra curva, esta de freada mais brusca.


Carlos Sainz, piloto da Williams nascido em Madri, é “embaixador de Madring” e, com base nas oportunidades que teve em percorrer o circuito com carros de passeio, diz que o circuito, apesar de muito complicado, é muito espetacular.

O circuito é, em muitos casos, comparado com o do GP de Mônaco, que é bastante truncado, com a diferença de que Madring tem áreas de mais velocidade, com muita aderência à pista e, por se tratar de um circuito novo, poucas ondulações.

Por mais que a maioria dos pilotos já tenha percorrido a pista em simuladores, nada se compara ao dia da prova, com o desgaste real dos pneus, três carros disputando a mesma tomada de curva e os erros e acertos do companheiro da frente.

Para quem reclama que as provas de Fórmula 1 estavam ficando cada vez mais monótonas, talvez o novo GP da Espanha seja justamente o antídoto.

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