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Lewis Hamilton revela traumas sofridos na infância: 'Atiravam bananas em mim'

Piloto britânico contou que não tinha vontade de contar aos pais sobre a violência para que não o achassem fraco

Automobilismo|Do R7

Aos 38 anos, Lewis Hamilton é o único piloto negro do grid da Fórmula 1
Aos 38 anos, Lewis Hamilton é o único piloto negro do grid da Fórmula 1 Aos 38 anos, Lewis Hamilton é o único piloto negro do grid da Fórmula 1

Sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton revelou traumas que sofreu durante sua infância na escola, com insultos racistas e humilhações. Segundo o piloto da Mercedes, este período foi "o mais traumático" de sua vida, no qual recebeu diversos xingamentos e bananas foram jogadas em sua direção.

Em entrevista ao podcast "On Purpose", transmitido na segunda-feira (23), o piloto de 38 anos deu detalhes de sua infância. Nascido em Stevenage, pequena cidade localizada no condado de Hertfordshire, Hamilton contou detalhes de seus primeiros anos da infância.

"Eu já sofria bullying aos seis anos de idade. Naquela escola em particular, eu era uma das três crianças negras e muitas vezes sofria bullying de meninos mais velhos e fortes", revela o piloto. "Golpes constantes, atiravam coisas em mim, como bananas, pessoas te chamando de mestiço, e não sabia onde era o meu lugar. Isso para mim foi difícil."

"Não tinha vontade de ir para casa e explicar aos meus pais que eu havia sofrido bullying ou havia sido espancado na escola. Não queria que meu pai pensasse que não era forte", diz o piloto. Atualmente, Hamilton é o único piloto negro na Fórmula 1. Em 2021, fundou a instituição Mission 44, para promover a inclusão social no automobilismo, e já se posicionou contra o racismo no esporte nos últimos anos.

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Hamilton está em sua 17ª temporada na Fórmula 1, Hamilton possui mais um ano de contrato com a Mercedes, mas pode renovar seu contrato. Na mesma entrevista, o piloto revelou que vê dificuldades para parar de correr.

"Eu faço isso há 30 anos. Quando você parar, o que vai acontecer para combinar com isso? Nada se compara a estar em um autódromo, estar em uma corrida, estar no auge do esporte e estar à frente do grid ou passar por aquela emoção que sinto", afirma. "Quando eu parar, haverá um grande buraco (na minha vida), então estou tentando me concentrar e encontrar coisas que possam substituir isso e ser igualmente gratificantes."

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