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TJD-TO agenda julgamento de processos envolvendo clubes e atletas

Tribunal julgará 12 casos do Tocantinense na próxima segunda-feira

Vanity Brasil|Do R7

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Créditos: Imagem/Divulgação Vanity Brasil - Esporte

O Tribunal de Justiça Desportiva do Tocantins (TJD-TO) agendou para a próxima segunda-feira, dia 9, às 19h, o julgamento de 12 processos que envolvem clubes, membros de comissão técnica e jogadores. As análises dos casos serão realizadas pela Segunda Comissão Disciplinar do órgão. Este será o primeiro conjunto de julgamentos relacionados a casos do Campeonato Tocantinense 2026, abordando infrações diversas cometidas em diferentes edições da competição.

A pauta do tribunal inclui situações variadas, desde descumprimento de regulamentos financeiros e operacionais por parte de clubes até condutas antidesportivas e agressões físicas envolvendo atletas e membros de comissões técnicas. A iniciativa do TJD-TO visa a manutenção da disciplina e da ética desportiva no futebol tocantinense, com o objetivo de assegurar a integridade das competições estaduais. Os processos abrangem incidentes ocorridos em partidas do Campeonato Tocantinense de 2025 e da edição atual do torneio, conforme indicado nos autos.


Entre os principais casos, os clubes Gurupi e Palmas responderão a denúncias baseadas no artigo 191-III do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e no artigo 21 do Regulamento Específico da Competição (REC). As acusações referem-se ao não pagamento de taxas de arbitragem e ao descumprimento do regulamento. O caso do Gurupi, conhecido como Camaleão do Sul, está ligado a um jogo da semifinal do Tocantinense 2025. Já o processo envolvendo o Palmas, o Tricolor da Capital, se relaciona à partida contra o União, válida pela segunda rodada do campeonato atual. Para estes clubes, as penas pecuniárias podem variar de R$ 100 a R$ 100 mil.

Os demais dez casos dizem respeito a atletas e membros de comissões técnicas que foram expulsos até a terceira rodada da competição. O jogador David Kauan, do Palmas, foi denunciado no artigo 250, por sua expulsão no jogo de estreia contra o Gurupi, podendo ser suspenso de uma a três partidas. Luis Henrique, também do Palmas, e Pedrão, do União, enfrentarão denúncias no artigo 254 por conduta violenta, com possibilidade de sofrerem apenas uma advertência. Por outro lado, Bruno dos Santos, do Bela Vista, e João Monteiro, do Capital, foram denunciados no artigo 254-A por agressão física, com penas que podem ir de quatro a doze partidas de suspensão. O atleta Francielton, do Araguaína, está sob denúncia no artigo 257 por provocar tumulto após a derrota de sua equipe para o Palmas na terceira rodada, com risco de suspensão de duas a dez partidas.

Adicionalmente, o atleta Thiago Alves e o massagista Rogério Ferreira, ambos do Gurupi, juntamente com o preparador físico Raphael Santos, do Palmas, foram denunciados no artigo 258-II por desrespeitar a equipe de arbitragem, podendo ser suspensos de uma a seis partidas. O caso de Wilsomar Sena é o mais complexo, com denúncias em dois artigos: 258-II (desrespeito à arbitragem) e 258-B (invasão de área destinada à arbitragem). Segundo a súmula, Wilsomar Sena dirigiu-se ao centro do gramado para conversar com a equipe de arbitragem, podendo receber de uma a nove partidas de suspensão, somando as infrações. Os julgamentos são aguardados como um passo importante para a definição de punições e a reafirmação das regras do esporte no Tocantins.

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