ZURIQUE (Reuters) - A proibição de cinco anos do vice-presidente da Fifa Chung Mong-joon do futebol, por violações de ética em conexão com a tentativa mal sucedida da Coreia do Sul de sediar a Copa do Mundo de 2022, foi reduzida para 15 meses pelo Tribunal de Arbitragem para o Desporto (CAS).
A corte disse no sábado que encontrou "fatores atenuantes" para reduzir a proibição, o que afirmou ter sido imposta por "lobby agressivo", e também anular uma multa de 50.000 francos suíços (53.197,15 dólares).
Embora o tribunal tenha dito que Chung era culpado de violações de ética, disse que era "um grau muito menor do que o encontrado pelas instâncias da FIFA".
Chung, um descendente bilionário do conglomerado industrial da Hyundai da Coreia do Sul, que atuou como vice-presidente da FIFA de 1994 a 2011, negou todas as irregularidades.
