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Stefani lamenta eliminação na semifinal de duplas, mas crê em conquista do bronze

|Do R7

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As brasileiras Luisa Stefani, 23.ª do mundo no ranking de duplas da WTA, e Laura Pigossi foram derrotadas nesta quinta-feira nas semifinais dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Caíram diante das suíças Belinda Bencic e Viktorija Golubic por 2 sets a 0 e disputarão a medalha de bronze neste sábado contra a parceria russa formada por Elena Vesnina e Veronika Kudermetova, vice-campeãs de Wimbledon.

A campanha de Luisa Stefani e Laura Pigossi é a maior do tênis feminino do Brasil em uma Olimpíada e elas vão tentar uma medalha inédita para o País. Em 1996, Fernando Meligeni foi quarto lugar em simples nos Jogos de Atlanta, nos Estados Unidos.

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"Dura derrota, sofrida, dolorida, mas é o tênis. Acontece. Nessas situações dói mais que o normal, frustrante. Tivemos chances, começamos o jogo super bem, voando, no nosso plano de jogo. Quase não erramos nos primeiros quatro, cinco games, abrimos 4 a 0, uma boa vantagem. Depois as meninas usaram a experiência, mudaram o estilo de jogo e a gente não soube adaptar tanto", disse Luisa Stefani.

"Mesmo assim tivemos 5 a 3, chances, faltou um pouco de definição, execução, continuar indo pra cima. Seguimos agressivas, mas elas foram inteligentes, taticamente foram melhores e não soubemos lidar com a mudança de jogo que elas fizeram e, quando tentamos, caímos um pouco no nosso nível. Elas elevaram bastante o nível e fizeram o que tinham que fazer para nos tirar da zona de conforto, que é o que estava no começo", afirmou.

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"É uma pena, viemos longe para estar nesse jogo, tivemos chances, por isso pega um pouco, mas temos mais uma partida pela frente, chance de bronze e é nisso que precisamos focar. Temos um dia de treino, de descanso para nos recuperar fisicamente e mentalmente e chegar muito firme para competir pelo bronze. A dupla russa é um time bom, forte, mas temos totais condições de ir em busca do nosso objetivo", completou. Luisa Stefani.

A brasileira tem 23 anos e vem fazendo história no tênis feminino nacional. Além deste resultado olímpico, ela é a melhor ranqueada do Brasil desde que o sistema da WTA foi criado em 1975, somando dois títulos e mais seis finais.

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