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Rio 2016 diz que soldado da Força Nacional não prestava serviço para Jogos Olímpicos quando foi baleado

Oficial Hélio Vieira Andrade morreu depois de levar um tiro na cabeça na Favela da Maré

|André Avelar e Dado Abreu, do R7, no Rio

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Temer decretou luto oficial pelo ocorrido
Temer decretou luto oficial pelo ocorrido

Horas depois da morte do soldado da Força Nacional, Hélio Vieira Andrade, o Comitê Organizador da Rio 2016 prestou na manhã desta sexta-feira (12) esclarecimento sobre o ocorrido. O oficial, vindo do Estado de Roraima para trabalhar nos Jogos Olímpicos, foi baleado na Vila do João, no Complexo de Favelas da Maré.

O diretor de comunicação, Mario Andrada, disse que o oficial, no momento do ocorrido, não estava prestando serviço para os Jogos Olímpicos. Ao lado de dois colegas de farda, o oficial teria entrado por engano na comunidade e sido atingido com um tiro na cabeça.


"Ele não estava trabalhando na segurança olímpica quando o ataque aconteceu. Ele está no Rio, da mesma maneira que outros oficiais de segurança, para trabalhar nos Jogos. Mas, naquele momento, ele não estava fazendo nada diretamente relacionado com as Olimpíadas. Ele não estava em uma missão olímpica, o que não muda em nada o fato ocorrido”, disse Andrada.

Ainda na mesma entrevista coletiva no Parque Olímpico, Andrada lamentou o ocorrido e disse que todos estão tristes com o fato em plena Rio 2016.


"O importante é dar apoio à família, prestar nossas condolências e trabalhar todos nós, especialmente os homens das forças de segurança e do comitê organizador, para que tragédias como essa não aconteçam novamente", afirmou Andrada.

O presidente em exercício Michel Temer (PMDB) decretou luto oficial de um dia em todo o País em razão da morte do soldado.

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