Santos, Novorizontino e Capivariano têm escudos parecidos, mas uniformes diferentes
Com história centenária, símbolo santista é o pioneiro do design que virou moda entre times brasileiros
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O escudo centenário do Santos Futebol Clube é a base de muitos emblemas ao redor do Brasil. E, no maior torneio estadual do país, não é diferente.
O Paulistão entra na reta final a partir deste sábado (21). E, dentre os oito times classificados para as quartas-de-final, dois deles se inspiraram (para não dizer “copiaram”) no brasão do Alvinegro Praiano.
O atual distintivo do Santos foi criado há 100 anos e está classificado no estatuto do clube como símbolo permanente e inalterável, assim como o hino e o mascote.
Na parte de baixo, as 11 faixas verticais representam cada jogador em campo. O emblema ainda conta com as iniciais do Santos Futebol Clube e uma bola no canto superior.
Essas características também são vistas nos símbolos dos adversários paulistas. Porém, as semelhanças ficaram apenas no escudo, já que cada clube optou por cores e uniformes distintos para contar a própria história.
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Grêmio Novorizontino

O Grêmio Novorizontino, adversário do próprio Santos nas quartas, é um dos parentes santistas. Mas, ao contrário de muitos, o Tigre do Vale não esconde a referência.
A equipe de Novo Horizonte ressurgiu em 2010, onze anos depois de o antigo Grêmio Esportivo Novorizontino falir. O irmão mais velho foi vice-campeão paulista em 1990, sob o comando do técnico Nelsinho Baptista, e o novato decidiu resgatar a história.
Criado na década de 1970, o clube teve entre os fundadores um fã de Pelé que, por isso, decidiu usar o escudo santista como exemplo.
Por outro lado, o time do interior paulista adotou a cor amarela em homenagem a uma fábrica de sapatos da cidade. A bola também deu lugar a uma moldura redonda com o aniversário da agremiação dentro.
Os auri-negros são os únicos dos três que levaram as listras do emblema para o uniforme principal. A cada ano, as faixas verticais em amarelo e preto vão conquistando mais espaço no cenário nacional e podem surpreender na fase final do Paulistão.
Capivariano

A história do escudo do time de Capivari, no interior de São Paulo, remonta a um período anterior ao surgimento de Pelé. O Leão da Sorocabana adotou o distintivo no início dos anos 1940.
Coincidentemente, foi nessa época que o Santos mudou, por um breve período, o emblema. O novo design não agradou muito à torcida, e o símbolo antigo voltou depois de dois anos.
O Capivariano, porém, nunca mais mudou desde que adotou o atual modelo. Já a cor vermelha está presente na história do time desde a fundação, há 107 anos.
O tom também aparece em todo o kit titular do Leão, da camisa aos meiões. Pela primeira vez nas quartas-de-final da competição, a equipe enfrenta o Palmeiras neste sábado na luta por uma vaga na semifinal.
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Bragantino

O escudo do time de Bragança Paulista era outro primo distante do Santos. A única diferença estava na escrita do nome.
Em vez das iniciais, o logo do Massa Bruta trazia a abreviação de “Clube Atlético”, e Bragantino aparecia por extenso.
Tudo mudou em 2020, quando o clube foi comprado pela multinacional de bebidas energéticas Red Bull. O novo emblema ganhou os tradicionais touros da marca e perdeu as listras alvinegras.
Campeão paulista em 1990, liderado por Vanderlei Luxemburgo, o time do interior também trocou as cores. O preto deu lugar aos tons da empresa austríaca, o azul e o vermelho.
O Bragantino foi o terceiro colocado na fase de grupos do Paulistão e, agora, enfrenta, em casa, o São Paulo. O duelo vai abrir as quartas-de-final do campeonato neste sábado, às 18h30.
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