Prefeitura do Rio acerta em recuo. Sem público na final do Carioca

O prefeito Crivella havia liberado que, a partir de amanhã, um terço da capacidade dos estádios seria liberada. Voltou atrás pela pandemia. Acertou

Crivella tinha previsto a volta de público. Percebeu que não há condições

Crivella tinha previsto a volta de público. Percebeu que não há condições

Ferj

São Paulo, Brasil

A Prefeitura do Rio de Janeiro concordou com a diretoria do Fluminense.

E revogou a autorização para público nos estádios, a partir de amanhã, dia 10.

Ou seja, os dois jogos da final do Carioca, dias 12 e 15, domingo e próxima quarta-feira, poderiam ter um terço da capacidade do Maracanã.

Enquanto a direção do Flamengo se silenciou sobre o tema, a cúpula do Fluminense sempre foi veementemente contrária a liberação.

O auge da pandemia continua.

O Brasil já tem 1.727.279 infectados.

E 68.355 mortes.

O Rio de Janeiro chegou a 126,3 mil casos e 10,9 mil mortes.

"Em reunião com o conselho científico, decidimos que não terá torcida nos estádios agora. Não tem condições de manter a segurança fora do estádio, dentro do estádio e nos transportes", disse o prefeito Marcelo Crivella.

A Federação Carioca já foi avisada.

Não serão confeccionados ingressos para os dois jogos que acontecerão no Maracanã.

Ou seja, se os clubes quiserem faturar com a decisão é cobrando pela transmissão nos seus canais no youtube.

A diretoria do Flamengo está decidido a cobrar.

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