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Citadini, forte candidato à presidência do Corinthians, não garante continuidade de Dorival. Nem de Fabinho. Martínez sofre fratura. Volta em um ou dois meses

Antônio Roque Citadini é o opositor mais forte de Osmar Stabile, na briga pela presidência do Corinthians. Dorival Júnior e Fabinho ameaçados. Eleição daqui cinco dias

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Antônio Roque Citadini se candidata à presidência do Corinthians após se aposentar do Tribunal de Contas.
  • Citadini expressa insatisfação com a atual gestão, não garantindo continuidade para Dorival Júnior e Fabinho Soldado.
  • O Corinthians enfrenta uma crise, com apenas uma vitória nos últimos 11 jogos e pressão para a contratação de novos jogadores.
  • Martínez sofre fratura e ficará fora de 1 a 2 meses, enquanto a situação do time continua instável com desfalques importantes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fabinho e Dorival foram contratados por Augusto Melo. Citadini quer distância das decisões do presidente que sofreu impeachment Rodrigo Coca/Corinthians

Foi publicada na segunda-feira, oficialmente, a aposentadoria de Antônio Roque Citadini.

Ele antecipou sua aposentadoria como presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

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Por que ele fez essa antecipação?

Para mergulhar de vez na campanha à presidência do Corinthians.

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Ex-diretor de futebol de Alberto Dualib, entre 2001 e 2004, ele concorreu duas vezes à presidência do clube. E acabou derrotado.

Desta vez, acredita que irá vencer.

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Não é segredo para ninguém, nos corredores do Parque São Jorge, que Citadini representa a oposição. E tem apoio de quem sempre foi inimigo político: Andrés Sanches, líder do movimento Renovação e Transparência, que dominou o clube por 17 anos. Só saiu depois da eleição de Augusto Melo. O representante da Renovação e Transparência era André Negão, que não tinha apoio integral da chapa.

Osmar Stabile e Citadini são muito amigos. Já concorreram juntos contra a chapa de Andrés, que tinha Roberto de Andrade como presidente.

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O Corinthians está dividido politicamente. E os 299 conselheiros que votarão no dia 25 estão sendo chamados para jantares e almoços com os candidatos.

E em um desses encontros, conselheiros saíram avisando a membros da imprensa que Citadini não quer nem Dorival Júnior e muito menos Fabinho Soldado comandando o futebol.

Por serem ‘homens’ contratados por Augusto Melo e mesmo o Corinthians com uma folha de pagamento que passa dos R$ 24 milhões no futebol, o time segue, na avaliação de Citadini, muito instável.

E publicamente, Citadini não esconde sua insatisfação. Ele falou para o site especializado em Corinthians, Meu Timão.

“Nós queremos uma gestão de futebol profissional, contratada por um executivo contratado. Não sei se o Fabinho Soldado estará nos meus planos.”

Perguntado de forma clara, direta, se Dorival faria parte dos seus planos, Citadini indicou que não.

“Ah, não opino sobre isso. Não falo sobre o Dorival e nem sobre o Fabinho Soldado. O dirigente pode mandar embora. Mas não fica dando opinião.”

Citadini, Vampeta e Dualib. O candidato 'da oposição' foi diretor de futebol de Dualib, que renunciou, pressionado por Andrés Sanchez Reprodução/Instagram

A postura de Citadini vem em um péssimo momento para o treinador. O clube só teve uma vitória nos últimos 11 jogos do Corinthians no Brasileiro.

Está só a três pontos da zona do rebaixamento.

Enfrentará o Vasco, que goleou o Santos, domingo, em São Januário.

O treinador segue pedindo desesperadamente reforços.

A janela de contratações se fechará no dia 2 de setembro.

Mas o Corinthians está proibido de contratar pela Fifa.

Está sob o temido transfer ban.

Terá de pagar R$ 33 milhões ao Santos Laguna. O clube mexicano exige receber o que o clube brasileiro ainda deve por Félix Torres.

Osmar Stabile tenta negocia com o Santos Laguna e ainda fazer campanha para a eleição à presidência.

Ele e Citadini têm a concorrência do conselheiro André Castro, que jura ter um grupo econômico disposto a investir R$ 1 bilhão no Corinthians.

Conselheiros experientes, e com direito a votos, ouvidos pelo blog, se dividem.

Alguns dizem que Stabile ainda segue favorito, mas Citadini dividiu a eleição.

Outros que Citadini, segue aliado a Stabile, e está no pleito para dividir os votos de André Castro e seu bilionário patrocínio.

E alguns poucos que Citadini, com o apoio velado de Andrés Sanchez, se tornou favorito ao pleito.

Politicamente tudo está muito confuso no clube.

E reflete diretamente nos jogadores, em Dorival e em Fabinho, cada vez mais inseguros.

Não bastasse a cirurgia de hérnia de Yuri Alberto, que voltará a jogar só em novembro; a operação de reconstrução dos ligamentos do tornozelo esquerdo de Carrillo, com retorno só em 2026, Memphis Depay, segue com estiramento na coxa direita, sem previsão de volta, Martínez rompeu o quarto metatarso da mão direita e necessitará de cirurgia, ficará entre um a dois meses sem jogar.

Outro desfalque importantíssimo para o ameaçado Dorival Júnior.

Até os aliados de Osmar Stabile o estão pressionando pela saída do treinador corintiano...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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