Copinha e os ‘combos de milhões’ quando o talento salta aos olhos
Segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior cumpriu o que se espera do maior torneio de base do mundo
Prisma|Ilsinho, ex-jogador e comentarista da RECORD
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A segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior cumpriu o que se espera do maior torneio de base do mundo: jogos intensos, placares elásticos, novos nomes surgindo e, sobretudo, talentos que chamam a atenção de quem acompanha o futebol com olhar mais atento.
Entre os destaques, um nome se sobressaiu de forma especial: Eduardo Conceição, camisa 10 do Palmeiras.
Recém-chegado ao clube, o jovem meio-campista mostrou, em poucos minutos, por que a Copinha segue sendo a principal vitrine do futebol brasileiro.

Eduardo reúne características cada vez mais valorizadas no futebol moderno. É um meia completo.
Forte fisicamente, técnico, habilidoso e com uma potência impressionante em velocidade. Não se trata apenas de correr rápido, mas de acelerar com força, algo que faz a diferença em transições ofensivas e defensivas.
Na goleada do Palmeiras sobre o Batalhão, o camisa 10 mostrou que não vive só da bola no pé. Recompôs com intensidade, ajudou a defesa, roubou bolas no meio-campo e, na sequência, conduziu o jogo em velocidade. Um comportamento que evidencia leitura tática, comprometimento e maturidade acima da média para alguém tão jovem.
Talvez o aspecto mais raro esteja justamente na posição. Camisas 10 com essa combinação de força, técnica, intensidade e capacidade de recomposição são cada vez mais escassas no mercado.
Eduardo Conceição aparece como um desses casos pouco comuns, um meio-campista moderno, mas que preserva a essência criativa da posição.
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Ainda é cedo para projeções definitivas, mas o potencial é evidente. Daqueles jogadores que, se bem conduzidos, podem valer muito dentro e fora de campo. O tipo de talento que a Copinha revela e que, alguns anos depois, passa a frequentar listas de transferências milionárias.
A Copinha segue, e com ela a missão de revelar o futuro do futebol brasileiro. Ficar atento a nomes como Eduardo Conceição é entender que, muitas vezes, o próximo grande jogador aparece quando menos se espera, e quase sempre, em janeiro, durante o torneio de base mais charmoso do Brasil.
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