Ausência do Irã na Copa do Mundo é derrota do futebol, mas causa alívio geral
Ministro do Esporte iraniano anunciou nas últimas horas que o país abriu mão de disputar o torneio após morte de Ali Khamenei
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Apesar de classificado dentro de campo, o Irã desistiu de participar da Copa do Mundo devido ao ataque dos Estados Unidos que assassinou Ali Khamenei, líder supremo do país.
O futebol perde, já que o mérito esportivo foi relegado ao segundo plano. Mas o anúncio da saída do Irã do torneio, que ocorrerá nos Estados Unidos, Canadá e México, rendeu alívio aos organizadores, patrocinadores e adversários.
Seria impossível imaginar o Irã jogando em território americano, já que o ataque dos Estados Unidos, em parceria com Israel, que matou Khamenei, deu início a uma guerra que já dura 12 dias.
Os iranianos precisariam jogar apenas no Canadá ou no México. Como lidar com torcedores iranianos que quisessem assistir à seleção in loco? Poderia haver retaliação? Mas não para por aí: o regime iraniano atacou uma série de vizinhos, entre eles Catar e Arábia Saudita, já garantidos no Mundial.
O Irã fazia parte do Grupo G, com Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Os três jogos estavam previstos para os Estados Unidos, dois em Los Angeles e um em Seattle.
A ausência do Irã foi confirmada pelo ministro do Esporte do país, Ahmad Donyamali, em declaração à TV estatal. “Considerando que este regime corrupto (dos EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo”, justificou Donyamali.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump chegou a afirmar que a seleção iraniana seria, naturalmente, bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos.
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