Portuguesa, enfim, entra com ação na Justiça Comum
Clube paulista deverá sofrer sanções da CBF por conta da iniciativa

Como o R7 já havia adiantado, a Portuguesa decidiu entrar na Justiça Comum para reverter o rebaixamento no Brasileirão de 2013, que envolveu a virada de mesa por parte do Fluminense e empurrou a equipe paulista para a Série B deste ano.
A ação foi distribuída na 43ª Vara Cível de São Paulo, nesta terça-feira (1º), mas ainda não aparece no site do Tribunal de Justiça.
Para entrar com a ação, a Lusa optou por escalar como advogado que a representará o vice-presidente jurídico do clube, Orlando Cordeiro de Barros, que confirmou ao R7 que irá defender o time na Justiça.
— Como eu sou o vice-presidente jurídico, optamos por fazer assim. Foi uma escolha interna e eu quis assumir.
Questionado se a escolha foi feita devido ao fracasso do advogado João Zanforlim, que defendeu a Portuguesa no STJD (Superior Tribunal de Justiça Despotiva) no fim do ano passada, Barros disse que não.
— Não tem nada a ver. Só optamos por deixar as coisas dentro do clube mesmo.
Para tentar melar o Brasileirão de 2014 e voltar à elite nacional, a ideia do clube é reconquistar um direito que, segundo Barros, foi conquistado dentro de campo.
— A gente só quer voltar para o nosso lugar. Espero que a gente consiga.
No mês passado, quando foi divulgada a tabela do Campeonato Brasileiro, o R7 já havia publicado que a Portuguesa poderia ir atrás de seu direito e bagunçar o início da competição.
