Seleção feminina de vôlei enfrenta Coreia do Sul por vaga na final
Brasil está invicto e técnico José Roberto Guimarães exige atenção total no jogo, nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília)
Olimpíadas|Eugenio Goussinsky, do R7

A seleção feminina de vôlei do Brasil terá pela frente, nas semifinais da Olimpíada de Tóquio 2020, a Coreia do Sul, que já foi derrotada pelas brasileiras na primeira partida da competição. O jogo será nesta sexta-feira (6), às 9h (de Brasília).
Para a partida, o técnico José Roberto Guimarães, do Brasil, terá de reverter o trauma psicológico provocado pelo corte da atacante Tandara, suspensa por doping nesta sexta-feira.
Se passar pela Coreia, o Brasil vai fazer a final olímpica contra a seleção dos Estados Unidos, que derrotou a Sérvia na outra semifinal por 3 sets a 0. As duas seleções já decidiram duas finais olímpicas, em Pequim 2008 e Londres 2012, ambas com vitória do Brasil.
Flagrada em exame antidoping e suspensa preventivamente da Olimpíada de Tóquio, Tandara Caixeta é uma das principais jogadoras de vôlei do Brasil. Campeã olímpica em Londres 2012, a atacante que joga na posição de oposta (ataca do lado direito da quadr...
Flagrada em exame antidoping e suspensa preventivamente da Olimpíada de Tóquio, Tandara Caixeta é uma das principais jogadoras de vôlei do Brasil. Campeã olímpica em Londres 2012, a atacante que joga na posição de oposta (ataca do lado direito da quadra) tem 32 anos e está há dez na seleção brasileira. Além do ouro em Londres, ela ganhou com a seleção os títulos do Grand Prix, atual Liga das Nações, em 2011, 2012, 2013, 2014, 2016 e 2017. Também participou do bronze obtido no Mundial de 2014, na Itália
Guimarães, ao saber da classificação da Coreia do Sul, após vitória sobre a Turquia, por 3 a 2, comentou que a próxima adversária é uma "pedra no sapato", lembrando da derrota do Brasil para as sul-coreanas na última Copa do Mundo, por 3 a 1.
A tendência é que o Brasil inicie o jogo já com a levantadora Macris como titular. Ela havia sofrido uma torção no tornozelo, no jogo contra o Japão, na fase de grupos, e ficou de fora contra a Sérvia e contra o Quênia.
Ela, que foi bem substituída por Roberta, só retornou no meio da partida contra as russas, quando o Brasil perdia por 12 a 8 no segundo set e, já tendo perdido o primeiro, caminhava para a derrota. O time acabou virando não só o set como o jogo, que terminou com o placar de 3 a 1 para o Brasil (23/25, 25/21, 25/19 e 25/22).
A oposto Rosamaria, que também entrou naquele momento e ajudou a mudar o jogo, deverá ser titular no lugar de Tandara, que volta ainda nesta sexta-feira ao Brasil.
Até agora, as brasileiras estão invictas na competição. Estrearam vencendo a Coreia do Sul por 3 a 0 e, ainda na fase de grupos venceram a República Dominicana, por 3 a 2, o Japão, por 3 a 0, a Sérvia, por 3 a 1 e o Quênia por 3 a 0, antes de superar a Rússia nas quartas.
















