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Martine iguala pai Torben e família Grael chega a 9 medalhas olímpicas

Além de pai, com cinco medalhas e filha, com duas, tio dela, Lars, também já foi bronze em duas edições de Jogos Olímpicos

Olimpíadas|Felippe Scozzafave, do R7

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Martine, Kahena, Martine Grael, Kahena Kunze, vela
Martine, Kahena, Martine Grael, Kahena Kunze, vela Carlos Barria/Reuters 03.08.21

Martine Grael e Kahena Kunze mais uma vez fizeram história e se tornaram bicampeãs olímpicas na vela. A dupla terminou a medal race da classe 49er FX, nesta terça-feira (3), na 3ª colocação e garantiram a medalha de ouro em Tóquio 2020, repetindo o que fizeram no Rio, em 2016.

Além de se firmarem como duas lendas do esporte olímpico brasileiro, elas confirmam uma hegemonia familiar na vela.

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Martine posa ao lado do pai, Torben Grael
Martine posa ao lado do pai, Torben Grael

Martine é filha de Torben Grael, maior medalhista olímpico do país com cinco pódios (ao lado de Robert Scheidt), e sobrinha de Lars Grael, que conseguiu dois bronzes em Jogos.

Porém, a história deles com a vela começou ainda antes. A ligação do mar vem desde a década de 1930, quando o dinamarquês Preben Schmidt, avô de Torben e Lars, comprou o barco Aileen para navegar na baía de Guanabara, do Rio de Janeiro.

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E os primeiros da família a disputarem uma Olimpíada foram Axel e Erik Schmidt, tios de Torben e Lars, que estiveram nos Jogos da Cidade do México, em 1968.

Na atual geração, Marco, irmão de Martine, também disputou o Rio 2016 e Tóquio 2020, mas não conseguiu medalhas em nenhuma delas.

Veja a campanha do ouro de Martine e Kahena em Tóquio

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