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China registra salto nos casos de Covid-19 na Olimpíada de Inverno

Incluindo atletas e autoridades, 36 pessoas associadas aos Jogos foram infectadas com a doença provocada pelo novo coronavírus 

Olimpíadas|Do R7


Organizadores alertam para a possibilidade de mais infecções nos próximos dias
Organizadores alertam para a possibilidade de mais infecções nos próximos dias

As infecções diárias de Covid-19 entre atletas e dirigentes de equipes nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, na China, saltaram para 19 na sexta-feira (28), ante apenas duas no dia anterior. Os organizadores alertam para a possibilidade de mais infecções nos próximos dias. 

Incluindo atletas e autoridades, 36 pessoas associadas aos Jogos foram infectadas: 29 quando chegaram ao aeroporto de Pequim e sete já na "bolha fechada" que separa a equipe do evento do público, disse o comitê organizador neste sábado (29). 

"Agora estamos passando pelo período de pico de pessoas chegando à China e, portanto, esperamos ver os números mais altos nesta fase", disse o diretor-médico dos Jogos, Brian McCloskey, em entrevista coletiva.

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Os organizadores estão "confiantes" em seu sistema de prevenção da Covid-19 e é improvável que as infecções vazem para o público, disse McCloskey. Os casos entre atletas e dirigentes de equipes superaram os de "outras partes interessadas", incluindo mídia, patrocinadores e funcionários pela primeira vez desde que a China começou a publicar números diários de casos relacionados às Olimpíadas. 

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"É irritante que todas as manhãs você tenha que acordar um pouco mais cedo, especialmente para fazer um teste de PCR. Acho que em poucos dias será como escovar os dentes", disse o jogador de hóquei russo Anton Slepyshev à agência de notícias RIA.

"Todo mundo está preocupado que o resultado do teste de repente seja positivo. Mas a realidade é que estamos vivendo com Covid. Aceitamos todos os riscos e medos", disse ele.

Os Jogos acontecerão de sexta-feira (4) a 20 de fevereiro, em uma bolha selada do resto da China, onde a política de tolerância zero do governo contra a Covid-19 praticamente fechou a fronteira do país para chegadas internacionais.

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