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Campeões olímpicos duelam na final da Superliga entre Sesi-SP e Taubaté

Olimpíadas|Do R7

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A decisão da Superliga Masculina, que começa nesta terça-feira, no ginásio do Sesi Vila Leopoldina, em São Paulo, será um confronto entre campeões olímpicos. São três de cada lado. Pelo Sesi-SP, vão atuar o levantador William, o central Éder e o ponteiro Lipe. Do outro lado, pelo EMS Taubaté Funvic, estão os ponteiros Lucarelli e Douglas Souza e o central Lucão. O duelo começará às 21h30. O segundo jogo será no sábado.

O torneio será definido em uma série melhor de cinco jogos. Isso significa que vencerá o torneio quem vencer três partidas. Como dono da melhor campanha na primeira fase, o Sesi tem a vantagem de sediar três partidas.

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O formato representa uma novidade em relação às temporadas anteriores, resolvidas em jogo único. "É o formato no qual o time mais consistente vai merecidamente levar o título. E acredito que é a nossa hora", disse o levantador Rapha, levantador e capitão do Taubaté.

A final entre as duas equipes paulistas encerra hegemonia do Sada Cruzeiro, finalista nos últimos oito anos da Superliga com seis conquistas. Para chegar à final, o Sesi passou pelo Vôlei UM Itapetininga (SP) nas quartas de final e o Sesc (RJ) na semifinal. Já o EMS Taubaté Funvic eliminou o Vôlei Renata (SP) nas quartas e o Cruzeiro na semi.

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Nas semifinais, Taubaté e Sesi passaram fazendo 3 a 0 em suas séries. Com isso, ganharam dez dias de treinos. Esse tempo foi fundamental para a preparação do técnico Renan Dal Zotto, que substituiu Daniel Castellani no Taubaté durante o torneio, e também para Rubinho, no comando do Sesi desde a temporada anterior, quando foi vice-campeão.

O duelo promete equilíbrio. No primeiro turno da fase de classificação, o Taubaté levou a melhor no confronto com o Sesi por 3 a 1, em São Paulo. No returno, o time da capital paulista devolveu o placar no interior.

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"Os dois times chegam com crédito nessa final depois de um returno muito bom. Espero que seja um jogo de nível técnico alto por aquilo que as duas equipes representam", disse o levantador William. "Será importante tirar um pouco da pressão e jogar com poucos erros para o público desfrutar de um grande espetáculo", acrescentou.

Rapha destaca que a fase final representa um torneio à parte. "Cada fase dos playoffs é um campeonato diferente. Nós conseguimos construir um caminho vitorioso e de superação até chegar a essa final, e isso nos motiva muito, mas não é suficiente", afirma o levantador, que vai disputar a sua segunda final de Superliga.

Rapha terá um "duelo de longevidade" com William. Ele vai completar 40 anos em junho. William fará em 31 de julho. "Sempre buscamos a excelência. Acredito que nem eu nem ele estamos satisfeitos. A gente sempre quer mais", diz William, do Sesi.

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