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Messi marca nos acréscimos, Argentina vence Irã e se classifica às oitavas da Copa

|Do R7

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A Argentina precisou de um chute salvador do craque Lionel Messi para derrotar por 1 a 0 o Irã em Belo Horizonte, neste sábado pelo Grupo F da Copa do Mundo, e se classificar antecipadamente às oitavas de final da competição.

Lionel Messi salvou a Argentina nos acréscimo do jogo, acertando um lindo chute colocado que foi morrer no cantinho direito do gol iraniano.


Com a vitória, os argentinos chegaram aos seis pontos e garantiram matematicamente uma das vagas na próxima fase pelo Grupo F, que terá ainda neste sábado um duelo entre Nigéria (um ponto) e Bósnia (não pontuou) em Cuiabá.

No dia 25, os 'Hermanos' voltam a campo para enfrentar a Nigéria em Porto Alegre, enquanto Irã e Bósnia duelam em Salvador.


Quem esperava um domínio amplo da Argentina, acertou. O problema é que Messi e companhia não conseguiram transformar os cerca de 80% de posse de bola em gols, diante de um Irã muito bem fechado, sempre com 11 jogadores atrás da linha da bola.

O técnico argentino Alejandro Sabella resolveu fazer mudanças em relação ao time que estreou na Copa vencendo a Bósnia (2-1). Apesar da vitória na primeira partida, a equipe acabou sendo muito criticada pela falta de criatividade ofensiva e até Messi, craque do time, entrou no coro.


O camisa 10 pediu a volta de Higuaín à equipe titular, e foi atendido. Com isso, o 'Quarteto Mágico' formado por Messi, Di Maria, Aguero e Higuaín entrou em campo contra o Irã. O volante Maxi Rodríguez foi para o banco.

Mesmo com o "time ideal", os argentinos, que viam o Irã como o adversário mais fraco do Grupo F, onde estão também Bósnia e Nigéria, penaram para criar chances de gol.


A primeira grande oportunidade dos 'hermanos' veio aos 22 minutos de jogo. Higuaín recebeu dentro da área e ajeitou para Aguero, na corrida, chutar colocado. O goleiro iraniano Alireza Haghighi fez grande defesa e mandou a bola pela linha de fundo.

No escanteio que seguiu, Di Maria cobrou e Marcos Rojo subiu mais alto que a defesa e cabeceou com perigo. A bola passou perto da trave esquerda do Irã.

Por incrível que pareça, estes foram os únicos lances de perigo do primeiro tempo. Um valente Irã seguia a estratégia de seu técnico, o português Carlos Queiroz, à perfeição: se fechar, irritar os jogadores adversários e impacientar os torcedores argentinos, que lotaram o Mineirão.

Na volta do vestiário, o panorama da partida mudou pouco. A incompetência ofensiva argentina continuou a mesma, mas os iranianos tiveram três claras chances de gol e poderiam ter pintado uma das maiores zebras das histórias da Copas do Mundo.

Aos 7 minutos, num veloz contra-ataque, Pejman Montazeri cruzou para Reza Ghoochanneijhad, que se adiantou a Fernandez e, de cabeça, obrigou Sergio Romero a fazer grande defesa.

Em outro cruzamento de Montazeri, Ashkan Dejagah também obrigou Romero a defender um gol certo do Irã, aos 22.

Aos 41, o Irã teve sua última chance de entrar para história. Após uma roubada de bola, Dejagah partiu em velocidade desde o meio de campo e apareceu cara a cara com Romero, mas o goleiro salvou a Argentina novamente com uma defesa de puro reflexo.

Para sorte dos argentinos, eles têm em sua seleção um dos melhores jogadores de toda a história do futebol, e ele castigou os valentes iranianos e salvou a Alviceleste.

Messi, quatro vezes eleito melhor jogador do mundo e muito marcado durante toda a partida, recebeu na entrada da área nos acréscimos do jogo, cortou para dentro e acertou um lindo chute colocado que foi parar no cantinho do gol de Haghighi.

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