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BRASILEIRO 2022

Retrospectiva 2025: relembre os campeões das principais competições esportivas do ano

De conquistas continentais no futebol a medalhas e troféus em modalidades olímpicas, Brasil encerra 2025 em alta

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flamengo conquista a "Dobradinha de Ouro" em 2025, vencendo o Brasileirão e a Libertadores.
  • Corinthians supera Vasco na final da Copa do Brasil, solidificando a recuperação do clube.
  • Max Verstappen perde título da Fórmula 1 para Lando Norris em uma decisão emocionante no GP de Abu Dhabi.
  • Atletas brasileiros se destacam em várias modalidades, com títulos em surfe, taekwondo, boxe e tênis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rayssa Leal, Flamengo e Maria Clara Pacheco foram destaques brasileiros no mundo esportivo Reprodução/Instagram/rayssalealsk8 , Adriann Fontes/Flamengo e Reprodução/Instagram/claralimatkd

2025 foi um ano bastante intenso no calendário esportivo. O futebol contou com a a estreia da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, em uma temporada que testou o físico dos atletas e o coração dos torcedores.

Para os brasileiros, no entanto, o saldo final foi de protagonismo, com taças levantadas em solo nacional e campanhas históricas no exterior.


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Chegamos ao último dia do ano para passar a limpo quem gritou “é campeão” nas principais arenas do mundo.


O ano mágico do Flamengo

Flamengo levanta a taça de campeão do Campeonato Brasileiro 2025 Adriann Fontes/Flamengo

Não houve discussão. O Flamengo de 2025, sob o comando do técnico Filipe Luís, entra para a história como uma das máquinas mais letais do futebol brasileiro. O clube repetiu o feito lendário de 2019 e garantiu a “Dobradinha de Ouro”.


No Brasileirão, a campanha foi de regularidade assustadora. O grito de “é campeão” veio com antecedência, na 37ª rodada, após uma vitória magra, mas suficiente, de 1 a 0 sobre o Ceará no Maracanã lotado. Com o melhor ataque e uma defesa sólida, o Rubro-Negro não deu chance ao vice-campeão Palmeiras, levantando sua nona taça nacional.


A cereja do bolo veio em Lima, no Peru. Na reedição da rivalidade continental, o Flamengo superou o Palmeiras por 1 a 0 em uma final tensa, garantindo o tetracampeonato da Libertadores e confirmando a dinastia.

O Timão e a redenção na Copa do Brasil

Corinthians levou o Paulistão e a Copa do Brasil Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Em solo nacional, a emoção ficou reservada para a Copa do Brasil. A decisão colocou frente a frente dois gigantes de massas: Corinthians e Vasco da Gama.

Foi uma final que parou o país, marcada pelo equilíbrio e pela tensão digna de dois clubes que viveram anos de reconstrução. No fim, prevaleceu a força da Fiel. Após duelos dramáticos, o Corinthians conseguiu superar o Cruzmaltino, coroando um ano de recuperação com um título nacional de peso e garantindo a festa em Itaquera. A taça serviu como um alívio e um combustível para o planejamento de 2026 do time do Parque São Jorge.

Copa do Mundo de Clubes nos EUA e a Europa

O meio do ano foi dominado pela estreia da Copa do Mundo de Clubes da Fifa nos Estados Unidos. Com 32 times, o torneio foi uma maratona de verão no hemisfério norte.

Embora os clubes sul-americanos tenham mostrado competitividade, a taça permaneceu na Europa. O Chelsea, da Inglaterra, mostrou que tem estrela em torneios mundiais e sagrou-se campeão da primeira edição neste formato expandido, superando o Paris Saint-Germain na grande decisão em Nova York.

O clube francês finalmente exorcizou seus fantasmas em 2025. Semanas antes do Mundial, em maio, os parisienses conquistaram sua inédita Champions League. Na final disputada na Allianz Arena, em Munique, o PSG não tomou conhecimento da Inter de Milão, vencendo com autoridade e finalmente levando a “orelhuda” para Paris.

O time também conquistou a Copa Intercontinental da Fifa, ao bater o Flamengo nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo normal.

Fórmula 1 foi histórica

Lando Norris foi campeão mundial da Fórmula 1 em 2025 Reprodução/@f1 - 07.12.2025

Fora das quatro linhas, 2025 foi histórico na Fórmula 1. A temporada teve um dos desfechos mais dramáticos de sua história recente. O título foi decidido apenas nas últimas voltas do GP de Abu Dhabi, em um duelo direto entre a consistência da McLaren e a genialidade de Max Verstappen.

O holandês fez a sua parte, vencendo a corrida em Yas Marina com uma performance de gala, mas não foi o suficiente para superar a vantagem construída por Lando Norris. O britânico, pilotando com a frieza de um veterano, cruzou a linha de chegada em terceiro lugar, posição exata que precisava para garantir o título inédito por uma margem de apenas dois pontos.

A imagem de Norris chorando no rádio após a bandeirada final simbolizou o encerramento de um ciclo e o início de outro. Após anos de domínio absoluto da Red Bull, a categoria viu a coroação de um novo rei, validando o ressurgimento da McLaren como potência máxima.

Tênis: a era João Fonseca começou

João Fonseca termina 2025 consolidado no Top 30 da ATP Divulgação

O que se desenhava como promessa virou realidade. João Fonseca, o garoto de ouro do tênis brasileiro, termina 2025 consolidado no Top 30 da ATP e com troféus de peso na estante.

O ano mágico começou em fevereiro, na terra batida do ATP 250 de Buenos Aires, onde Fonseca superou uma virose durante a semana para levantar seu primeiro título nível ATP, vencendo o argentino Francisco Cerúndolo na final. Mas foi no segundo semestre, nas quadras duras e rápidas da Europa, que ele chocou o circuito. Em outubro, o carioca conquistou o ATP 500 da Basileia, derrotando Alejandro Davidovich Fokina e provando que seu jogo agressivo pertence à elite mundial.

Radicais: a tempestade brasileira não passa

Yago Dora foi destaque no surfe Reprodução/Redes sociais

Se alguém tinha dúvidas sobre a hegemonia brasileira nos esportes de prancha, 2025 tratou de sanar.

No surfe, em setembro, as ondas perfeitas de Cloudbreak, em Fiji, coroaram um novo rei. Yago Dora voou alto — literalmente — para conquistar seu primeiro título mundial da WSL, mantendo a taça no Brasil pela oitava vez em onze anos. No feminino, a australiana Molly Picklum ficou com o título.

Rayssa Leal é tetracampeã do Super Crown Pablo Vaz

No skate, o ano fechou com ouro no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. No início deste mês de dezembro, Rayssa Leal fez história mais uma vez ao se sagrar tetracampeã mundial de Skate Street no SLS Super Crown. Com uma volta impecável e manobras técnicas no corrimão, a “Fadinha” superou a australiana Chloe Covell e levou a torcida ao delírio.

Novos campeões mundiais

Maria Clara Pacheco foi campeã mundial de taekwondo em 2025 Reprodução

O ano coroou dois atletas que se sagraram campeões do mundo este ano. Entre as mulheres, Maria Clara Pacheco foi campeã mundial de taekwondo na categoria até 57 quilos, na China.

Já entre os homens, Caio Bonfim foi campeão mundial da marcha atlética nos 20 quilômetros, no Japão. Bonfim ainda conquistou a medalha de prata na prova de 35 quilômetros no Mundial disputado em Tóquio.

Mais um título no boxe

Rebeca Lima é ouro na final do Mundial de Boxe 2025 Divulgação/ World Boxing

O boxe brasileiro viu surgir a sucessora de Bia Ferreira, que seguiu para o circuito profissional. A carioca Rebeca Lima, de 25 anos, subiu ao lugar mais alto do pódio no Mundial disputado em Liverpool, na Inglaterra. A pugilista conquistou o título na categoria até 60 quilos, a mesma vencida por Bia em 2019 e 2023.

Hugo Calderano segue em alta

Hugo Calderano continuou brilhando no tênis de mesa Divulgação / WTT

Outro brasileiro que brilhou em 2025 foi o mesatenista Hugo Calderano. Vice-campeão mundial no Catar, ele compensou com a conquista da prestigiosa Copa do Mundo realizada na China. Calderano ainda acumulou outros três títulos em etapas do circuito mundial, enquanto a parceria com a namorada Bruna Takahashi rendeu o sexto lugar no ranking global de duplas.

Pratas inéditas na ginástica rítmica

Conjunto do Brasil ganha medalha de prata no Mundial de Ginástica Rítmica Ivan Carvalho / CBG

Na ginástica rítmica, o Brasil aproveitou a chance de sediar o Mundial no Rio de Janeiro. A equipe formada por Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves conquistou duas medalhas de prata: na disputa geral e na série mista.

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