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Rebelo garante estádios da Copa dentro do prazo, inclusive o de Cuiabá

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O ministro dos esportes, Aldo Rebelo, garantiu nesta segunda-feira que os 12 estádios que receberão partidas da Copa do Mundo do Brasil-2014 ficarão prontos em dezembro, dentro do prazo estipulado pela Fifa, inclusive o de Cuiabá, que mais preocupa.

"Tenho confiança de que vamos entregar as obras a tempo. Não temos um grande atraso", comentou o político em entrevista coletiva concedida em São Paulo.

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Sobre a Arena Pantanal de Cuiabá, Rebelo disse que a expectativa é que as obras sejam concluídas em dezembro.

Na semana passada, o governador do Mato Grosso, Silval Barbosa, alertou que o estádio não tinha condições de ficar pronto dentro desse prazo, já que seria necessário mais tempo para os acabamentos.

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Esse atraso foi causado por um problema de superfaturamento nas cadeiras que levou o governo local a suspender a licitação da instalação dos assentos.

A Arena Pantanal, quer receberá quatro partidas da competição, tem 86% das suas obras concluídas.

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"Tudo vai dar certo. Acho que já fizemos coisas mais difíceis" do que organizar uma Copa do Mundo, insistiu o ministro.

Rebelo também explicou que, mesmo se as obras de mobilidade urbana previstas para a cidade de Manaus não ficarem prontas, outros mecanismos serão implementados para facilitar o transporte.

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Em setembro, o Tribunal de Justiça do Amazonas sugeriu que o estádio de Manaus seja transformado em prisão depois da Copa para solucionar o problema de superlotação carcerária no estado.

Rebelo descartou essa possibilidade ao declarar nesta segunda-feira que "um estádio não pode se transformar em campo de prisoneiros".

Para rebater as críticas de que a Arena da Amazônia corre o risco de ser um 'Elefante Branco', o ministro explicou que o estádio pode ter outros usos depois da Copa, como, por exemplo, servir como centro de eventos.

Rebelo disse não acreditar que haja protestos durante a Copa do Mundo, como aconteceu em junho deste ano durante a Copa das Confederações.

"Acredito que as manifestações não encontrarão o clima necessário, o ambiente será de festa, e não de protesto", avaliou.

"O grupo 'Black Bloc' (que costuma enfrentar a polícia nos protestos) é difícil de ser controlado, mas acho que a Copa será protegida pelas pessoas", completou, apesar de salientar que "o sistema de segurança precisa considerar todas as ameaças".

nr/lbc/ma/dm

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