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Quem são os destaques do Brasil que prometem brilhar nos Jogos Olímpicos de Inverno

Delegação brasileira tem número recorde de integrantes, com 15 atletas ao todo, e busca o primeiro pódio da história do país

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 acontecem em Milão-Cortina, Itália, com participação recorde do Brasil, com 15 atletas.
  • Lucas Pinheiro, do esqui alpino, é a principal esperança para a primeira medalha olímpica do Brasil em modalidades de inverno.
  • Nicole Silveira, do skeleton, e Pat Burgener, do snowboard halfpipe, também têm chances reais de pódio nesta edição.
  • O Brasil participa pela décima vez consecutiva dos Jogos, buscando superar o melhor resultado até agora, um nono lugar em 2006.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lucas Pinheiro, Nicole Silveira e Pat Burgener são candidatos ao pódio Reprodução/Instagram

Os Jogos Olímpicos de Inverno 2026, que começaram nesta quarta-feira (4) e vão até o dia 22 de fevereiro, em Milão-Cortina, na Itália, têm um número recorde de atletas brasileiros. Ao todo, 15 esportistas do nosso país estão na disputa por uma medalha, e o Brasil busca, pela primeira vez na história, um lugar no pódio.

Na busca por um feito inédito, a delegação brasileira aposta suas fichas em três nomes que chegam aos Jogos de Inverno em condições reais de pódio. O principal deles é Lucas Pinheiro, do esqui alpino, que vive o melhor momento da carreira e surge como a grande esperança do país para conquistar a primeira medalha olímpica da história do Brasil em modalidades de inverno.


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Nascido em Oslo, na Noruega, e filho de mãe brasileira, Lucas defendeu o país europeu por anos antes de trocar de nacionalidade em 2024. Desde então, empilhou conquistas, incluindo medalhas em etapas de Copa do Mundo. O jovem chega embalado para disputar o slalom gigante, no dia 14 de fevereiro, e também o slalom, dois dias depois. O desempenho recente o coloca entre os nomes capazes de surpreender a elite europeia nas provas técnicas.

Outra atleta que aparece com chances concretas de pódio é Nicole Silveira, do skeleton. Natural de Rio Grande (RS), ela se mudou ainda criança para o Canadá, onde construiu carreira sólida no circuito internacional. Enfermeira em um hospital pediátrico, Nicole conciliou treinos e competições para chegar a Milão-Cortina entre as melhores da temporada e pode entrar para a história do esporte nacional caso confirme o bom momento nas descidas decisivas.


O snowboard halfpipe também desponta como uma frente promissora para o Brasil, especialmente com Pat Burgener. Nascido na Suíça e medalhista em Campeonatos Mundiais, o atleta trocou de nacionalidade em 2025 e passou a defender o Brasil. Com histórico consistente em grandes eventos, ele chega aos Jogos como um dos brasileiros mais competitivos da delegação.

Quem pode surpreender?

Fora do grupo direto de favoritos ao pódio, a delegação brasileira ainda conta com atletas experientes e jovens em desenvolvimento. No bobsled, o destaque fica por conta de Edson Bindilatti, de 46 anos, que disputará sua sexta Olimpíada de Inverno, recorde entre brasileiros. Além dele, a modalidade conta com nomes como Davidson “Boka” Souza, Luís Bacca, Gustavo Ferreira e Rafael Souza.


O esqui alpino ainda terá outros representantes, como Giovanni Ongaro, Christian Oliveira e Alice Padilha, enquanto o esqui cross-country será defendido por Bruna Moura, Eduarda Ribera e Manex Silva, atletas que buscam evolução técnica e melhores posições em provas de alto nível.

Com 15 atletas, o Brasil disputa sua décima edição consecutiva dos Jogos Olímpicos de Inverno. Até hoje, o melhor resultado do país foi um nono lugar, em Turim 2006, mas tudo indica que, em 2026, mais uma página do nosso esporte será escrita. E quem sabe não vem medalha por aí.

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