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Pesquisa sugere que número recorde de funcionários faltará ao trabalho após o Super Bowl

Número supera o recorde de 2025, quando 22,6 milhões trabalhadores americanos se ausentaram

Mais Esportes|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A pesquisa da UKG estima que 26,2 milhões de trabalhadores nos EUA faltarão ao trabalho na segunda-feira após o Super Bowl.
  • Esse número supera o recorde anterior de 2025, quando 22,6 milhões se ausentaram alegando "gripe" do Super Bowl.
  • O absenteísmo pode resultar em uma perda de mais de US$ 5,2 bilhões em produtividade.
  • Além das faltas, cerca de 4,9 milhões de empregados planejam chegar atrasados ao trabalho na segunda-feira.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ausência de trabalhadores após o Super Bowl pode gerar perdas de aproximadamente U$ 5,2 bi David Butler II/Imagn Images - via Reuters Conncet - 18.01.2026

O dia seguinte ao Super Bowl ganhou um apelido famoso entre os trabalhadores norte-americanos: Super Sick Monday (Segunda-feira Super Doente). E a edição deste ano promete bater todos os recordes pelas razões erradas, do ponto de vista dos empregadores.

De acordo com a pesquisa anual da UKG sobre absenteísmo no Super Bowl, estima-se que 26,2 milhões de funcionários norte-americanos faltarão ao trabalho no dia seguinte ao confronto entre o New England Patriots e o Seattle Seahawks em Santa Clara, Califórnia, no domingo, que decide o título da NFL, a liga de futebol americano dos EUA.


Esse número supera o recorde de 2025, quando 22,6 milhões de funcionários ligaram dizendo estar com a “gripe” do Super Bowl.

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O êxodo em massa das baias e salas de conferência pode custar mais de US$ 5,2 bilhões (mais de R$27 bilhões) em perda de trabalho e produtividade, disse a UKG.


Mas a perturbação no local de trabalho não termina com as ausências diretas – cerca de 4,9 milhões de trabalhadores planejam chegar atrasados ao trabalho sem avisar seus gestores com antecedência.

“Não estamos defendendo que seja um feriado, mas muitas pessoas tratam como tal”, disse Julie Develin, sócia sênior da Human Insights na UKG, uma plataforma global líder em inteligência artificial para recursos humanos, remuneração e gestão da força de trabalho, à Reuters.


“Como é um domingo, e muitas pessoas que trabalham tradicionalmente de segunda a sexta-feira, elas provavelmente não irão aparecer para trabalhar.”

Develin sugeriu que os empregadores talvez devessem aceitar o inevitável em vez de lutar contra isso.


“Do ponto de vista da produtividade, acho que é um ótimo momento para os empregadores entenderem que o trabalho é humano e talvez devêssemos ser um pouco mais tolerantes com os funcionários que realmente gostam do Super Bowl, especialmente aqueles que moram em Seattle e na Nova Inglaterra”, disse ela.

A pesquisa foi realizada online nos Estados Unidos pela The Harris Poll em nome da UKG, de 15 a 20 de janeiro, com 1.288 adultos com 18 anos ou mais.

Uma pesquisa da empresa de software de RH e finanças Workday mostrou que 48% dos trabalhadores provavelmente reduzirão o ritmo de trabalho ou evitarão completamente o trabalho no dia seguinte ao Super Bowl deste ano, citando privação de sono, baixa motivação e ressaca.

A pesquisa foi baseada em 1.010 adultos norte-americanos empregados com idades entre 18 e 64 anos.

A edição do ano passado do Super Bowl entre o Philadelphia Eagles e o Kansas City Chiefs foi assistida por uma audiência recorde de 127,7 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, entre TV e plataformas de streaming.

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