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Olimpíadas de Inverno: tamanho do pênis dos atletas do salto com esqui vira polêmica

Competição, que começou nesta sexta-feira (6), na Itália já tem a primeira possível investigação nos bastidores

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polêmica surgida nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, na Itália, sobre o tamanho do pênis de atletas do salto com esqui.
  • Investigação pode ser feita, pois aumento do órgão genital poderia dar vantagem nas competições.
  • Pesquisa indica que aumento de 2 cm na roupa pode resultar em salto 5,8 metros maior.
  • FIS e Agências Antidoping se pronunciam sobre possíveis manipulações e efeitos no desempenho dos atletas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Esporte das Olímpiadas de Inverno já é alvo de polêmica Divulgação/Pexels

Uma polêmica bem inusitada tomou conta dos bastidores dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que começou nesta sexta-feira (6), em Milão e Cortina d’Ampezzo, na Itália. O tamanho do órgão genital masculino dos atletas que disputam o salto com esqui pode ser investigado, segundo o jornal alemão Bild.

O aumento dos membros poderia configurar em uma vantagem para os competidores. Uma pesquisa publicada no jornal científico Frontiers mostra que 2 centímetros a mais na roupa podem resultar em um salto 5,8 metros maior nos Jogos Olímpicos.


O jornal alemão ainda alega que alguns saltadores teriam injetado ácido hialurônico ou até mesmo estariam usando silicone, semelhante a um preservativo, para obter vantagens na prova. A suspeita é de que os atletas tenham feito isso ainda na pré-temporada. O ácido hialurônico injetado no pênis tem duração de 18 meses.

A FIS (Federação Internacional de Esqui e Snowboard) se pronunciou dizendo que o aumento do órgão genital altera proporcionalmente as dimensões do traje, podendo aumentar o voo no ar. As roupas do salto com esqui são feitas com uma precisão milimétrica, e qualquer mudança de tamanho pode configurar em vantagem para um dos competidores.


Já o diretor-geral da Agência Mundial Antidoping, Oliver Niggli, afirmou que irá investigar caso algo venha à tona, mas que não está ciente de como a questão poderia influenciar no desempenho dos saltadores. “Não conheço os detalhes do salto de esqui e de como isso poderia melhorar o desempenho. Se alguma coisa vier à tona, iremos investigar e ver se está relacionada ao doping”, disse.

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