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‘Era um prazer acompanhar Oscar dentro e fora da quadra’, diz ex-técnico da seleção feminina

Luiz Claudio Tarallo destaca legado de determinação e bom humor que o atleta deixa

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ídolo do basquete Oscar Schmidt faleceu aos 68 anos devido a uma parada cardiorrespiratória.
  • Luiz Claudio Tarallo, técnico da seleção feminina, destaca seu legado de superação e amor pelo esporte.
  • Oscar foi o segundo maior pontuador da história do basquete e participou de cinco Olimpíadas.
  • O treinador menciona a importância do espírito coletivo e do carisma de Oscar dentro e fora das quadras.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em entrevista ao Link News, o técnico da seleção feminina nos Jogos Olímpicos de Londres, Luiz Claudio Tarallo, comenta a morte da lenda do basquete Oscar Schmidt, que sofreu uma parada cardíaca nesta sexta-feira (17). “Perdemos um grande ídolo, um grande ícone, inspiração para muitos jovens, por muitas e muitas gerações, e uma pessoa fantástica.”

Apesar dos mais de 20 anos que levava distante das quadras, o legado do ex-jogador permanece com os fãs do basquete e do esporte. Tarallo destaca a história de superação, dedicação e amor à modalidade de Oscar, que se diferenciava de outros atletas por sua determinação. Ao longo da carreira, o “Mão Santa” somou pontos para se tornar o segundo maior pontuador da história do basquete e o maior pontuador dos Jogos Olímpicos, dos quais participou em cinco ocasiões diferentes.


Oscar é lembrado com carinho por seu bom humor e determinação no esporte ED FERREIRA/ESTADÃO CONTEÚDO - 06.06.2004

“Eu lembro que, quando ele foi convidado para participar da quinta Olimpíada, que não é fácil você manter esse nível de alto rendimento por cinco temporadas, e não são cinco temporadas anuais, são cinco temporadas em um ciclo de quatro anos, ele treinava muito, muitos arremessos por dia, para que ele conseguisse ser realmente um contribuinte forte para a seleção brasileira”, lembra Tarallo, que acompanhou de perto a trajetória de Oscar, seja como espectador, comentarista ou membro das delegações brasileiras.

Perguntado sobre as mudanças que o ídolo trouxe ao cenário do basquete brasileiro, o técnico cita sua “maneira de se entregar para os treinamentos, para os jogos e para tudo que o basquete oferece para um atleta”. Apesar de exímio finalizador, Tarallo ressalta o espírito coletivo que Oscar levava para a quadra. “Realmente foi esse legado que acredito muito que o Oscar Schmidt deixou para todos nós.”


Ele era aquela pessoa que, ao entrar em um ambiente, atraía a atenção de todos. “E ele sempre acolhendo a todos, brincalhão”, continua o treinador. “Era um prazer acompanhá-lo tanto dentro da quadra como fora da quadra, principalmente agora, quando, nos anos que ele deixou como atleta e passou a participar como um incentivador em diversos eventos. Era um prazer muito grande ficar com ele”, afirma.

O jogador de basquete Oscar Schmidt, lenda do esporte brasileiro, morreu na tarde desta sexta-feira, aos 68 anos. Ele havia sido encaminhado a um hospital de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após sofrer uma parada cardiorrespiratória em casa. Foi informado que a despedida ao atleta será restrita aos familiares.

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