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BRASILEIRO 2022

Com Isibinbayeva inspirada, Moscou finalmente se empolga com Mundial

Saltadora leva ouro na competição com marca de 4,89m às vésperas de se aposentar

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Russa de 31 anos se alimentou da energia das arquibancadas do estádio Luzhniki, finalmente lotado e barulhento após três dias mornos
Russa de 31 anos se alimentou da energia das arquibancadas do estádio Luzhniki, finalmente lotado e barulhento após três dias mornos

O Mundial de Atletismo finalmente pegou fogo nesta terça-feira (13), quando a torcida compareceu em massa para se despedir da saltadora Yelena Isinbayeva, que pareceu rejuvenescer e conquistou o ouro com muita emoção.

A maioria dos grandes eventos do atletismo se vende com a imagem de um velocista, mas nas últimas semanas os cartazes em Moscou davam destaque a uma saltadora com vara — e agora o mundo sabe por quê.


Sem um título global desde 2008, e lutando para manter a forma às vésperas de se aposentar, a russa de 31 anos se alimentou da energia das arquibancadas do estádio Luzhniki, finalmente lotado e barulhento após três dias mornos.

Isinbayeva leva ouro e Fabiana decepciona


Após saltar 4,89 metros e confirmar sua vitória, ela ainda tentou superar o seu próprio recorde mundial, batido na Olimpíada de Pequim-08, mas não conseguiu passar o sarrafo a 5,07 metros. Ouvindo o público gritar seu nome, não havia sinal de decepção nela por isso.

A brasileira Fabiana Murer, que era dona do título mundial, ficou em quinto lugar ao não conseguir ultrapassar a barreira dos 4,75 metros. "Fiz tudo o que eu pude, mas, infelizmente, não foi suficiente para a medalha. Não passei por muito pouco", disse Fabiana após a prova.


A norte-americana Jennifer Shur, campeã olímpica em Londres-2012, ficou com a medalha de prata (4,82 m) e a cubana Yarisley Silva com a de bronze (4,82 m).

Outros resultados


Houve drama também nos 400m, em que LaShawn Merritt superou na reta final a atual campeã mundial e olímpica Kirani James.

Os centenas de ucranianos que tingiram as arquibancadas de azul e amarelo nos primeiros dias da competição tiveram sua recompensa com Ganna Melnichenko no heptatlo.

Uma rival dela, a recém-casada Brianne Theisen Eaton, chegou à prova final com chances de repetir o feito do seu marido, Ashton Eaton, vencedor do decatlo. A canadense precisava vencer a corrida dos 800 metros por uma vantagem de 4 segundos sobre Melnichenko, que no entanto se manteve firme logo atrás dela.

Na marcha dos 20 quilômetros, a russa Elena Lashmanova venceu por estreita margem, depois de ter parado a uma volta do fim, achando que já havia concluído.

Robert Harting conquistou seu terceiro título sucessivo no disco, o etíope Mohammed Aman venceu a prova dos 800 metros, e Milcah Chemos Cheywa faturou a prova feminina da corrida com obstáculos.

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