Vasco segue busca por novo treinador após saída de Diniz; conheça os favoritos
Três nomes aparecem como as principais opções
Lance|Do R7
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O Vasco segue no mercado em busca de um novo comandante para a temporada, após a demissão de Fernando Diniz no último domingo (22). A decisão marcou o fim do projeto que vinha sendo desenvolvido sob a filosofia do treinador, baseada na posse de bola e construção ofensiva desde a defesa.
Com a saída de Diniz, a diretoria cruz-maltina se reuniu para traçar o perfil ideal do substituto. A prioridade é clara: um técnico alinhado às características do elenco atual, montado para atuar com protagonismo e controle da partida, evitando um estilo mais reativo. A avaliação interna já descartou alguns nomes, enquanto outros ganham força nos bastidores.
Renato Gaúcho
Livre no mercado desde que deixou o Fluminense em setembro de 2025, Renato Gaúcho aparece como o principal candidato neste momento. O treinador e seu staff já tiveram contato inicial com a diretoria vascaína.
O fato de conhecer profundamente o futebol brasileiro é visto como um facilitador para a adaptação. Além disso, Renato já reside no Rio de Janeiro, o que poderia agilizar as negociações. O nome do treinador surge como o mais plausível para o Vasco neste momento.
Artur Jorge
Outro nome bem avaliado é o do português Artur Jorge, campeão da Libertadores e do Brasileirão de 2024 com o Botafogo e atualmente no Al-Rayyan SC, do Catar.
Apesar da admiração da diretoria pelo trabalho do treinador, a negociação é improvável. A multa rescisória ultrapassa 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 27 milhões), além de um salário que seria o mais alto do futebol brasileiro. Artur Jorge tem contrato com o clube catari até meados de 2027, o que torna a operação financeiramente complexa para os padrões atuais do Vasco.
Marcelo Gallardo
Bicampeão da Libertadores com o River Plate, Marcelo Gallardo também está no radar. O treinador deixou recentemente o clube argentino e tem perfil considerado ideal pela diretoria: liderança forte, experiência internacional e capacidade de potencializar elencos.
No entanto, trata-se de uma negociação complexa, tanto pelos valores envolvidos quanto pelo interesse de outros mercados.
Perfil e pressão
Internamente, o entendimento é de que o momento do clube exige não apenas um treinador capaz de extrair o máximo do elenco, mas também um “nome forte” para sustentar a pressão externa. A escolha do próximo comandante será determinante para os rumos da temporada.
A diretoria trabalha com cautela, mas sabe que o tempo é um fator decisivo. Enquanto isso, a torcida aguarda a definição daquele que terá a missão de recolocar o Vasco nos trilhos e dar continuidade ao projeto esportivo com competitividade e identidade.









