Uberlândia, rival da estreia do Galo no Mineiro, tenta se manter na elite e busca vaga na Série D 2020

O presidente do clube, Flávio Gomide falou com o L! sobre as perspectivas do Verdão do Triângulo Mineiro alçar voos longos na temporada

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O Uberlândia, adversário do Atlético-MG nesta terça-feira, 21 de janeiro, às 21h30, no Parque do Sabiá, na cidade do Triângulo Mineiro, pela primeira rodada do Estadual, voltou à primeira divisão em 2020 após queda em 2018 e disputa da segunda divisão em 2019, quando conseguiu o acesso à elite mineira.

O LANCE! conversou com FláVio Gomide, presidente do Verdão, que comentou como será o projeto do clube em 2020, que tentará ficar na primeira divisão e ainda buscar uma vaga no Brasileiro da Série D, voltando a disputar uma competição nacional.

1- Como está o planejamento do Uberlândia para 2020?

O planejamento com trabalho de manutenção da base dos atletas profissionais mais os atletas da categoria de base do Verdão já vem sendo trabalhado desde a Série D de 2018. Esses, juntos com os reforços irão compor nosso elenco.

2-O clube já tem uma base do elenco montada com o treinador contratado?

A base começou a ser montada com o Felipe Surian na Série D 2018. Mantivemos ela no módulo 2 com o Ademir Fonseca e continuaremos o trabalho começado com o Surian. As bases do clube tem sido mantidas.

3. Quais as metas da equipe para o Mineiro de 2020?

A meta é se manter na Primeira Divisão, lutar pela Série D, trabalhar duro pela Copa do Brasil e fazer de cada treino um jogo e de cada jogo uma guerra.

4. Tem perspectiva de disputar a Série D do Brasileiro?

Temos. Sonhamos em voltar para os Brasileiros e o primeiro passo é conquistar a vaga na B.

5. O clube tem feito alguma ação de longo prazo para levar o Uberlândia à outro patamar dentro de fora de Minas?

Sim. Trabalhamos as categorias de base com estrutura organizacional de profissional, estamos em todos os congressos, cursos, reuniões e estudando o futebol com afinco para aprender e subir degraus.

6. A gestão atual do clube tem quais dificuldades na condução do clube, apesar de estar em uma cidade rica?

Se cidade rica contasse ponto pra time de futebol a cidade de Nova York, Tóquio e Xangai teriam os melhores times do mundo. Barcelona, Madrid e Munique os tem. A gestão atual do UEC não aceita corrupção, nao aceita caixa 2, não aceita irregularidades. É uma empresa com pés no chão que sonha em crescer, na gestão e no futebol. Sonhamos com isso mas com pés no chão e muito trabalho.