Lance Rinomodelação pode ser a salvação para lutadores que tiveram o nariz lesionado em combate, explica influencer Dr. Aquiles Rodrigues.

Rinomodelação pode ser a salvação para lutadores que tiveram o nariz lesionado em combate, explica influencer Dr. Aquiles Rodrigues.

Rinomodelação pode ser a salvação para lutadores que tiveram o nariz lesionado em combate, explica influencer Dr. Aquiles Rodrigues.

Lance
Lance

Lance

Lance

Além das chamativas "orelhas de couve-flor", que acometem, principalmente, os glappers, outra característica comum entre atletas de combate é o nariz amassado, comum em atletas de Boxe e Muay Thai, por exemplo.

Como a carreira de lutador é curta, muitos atletas deixam para reparar os danos somente após a aposentadoria, já que a recuperação de uma rinoplastia pode atrasar todo um planejamento pré-luta.

Entretanto, em alguns casos, a rinomodelação pode ser a solução. Por ser menos invasivo que a rinoplastia, o procedimento requer pouco tempo de recuperação, como explica o cirurgião dentista especializado em harmonização facial e influenciador digital Aquiles Rodrigues.

"A gente pede de dois a três dias sem qualquer atrito na região. Após, o paciente pode voltar a praticar as atividades em que não haja impacto. Mas, em 15 dias, o lutador pode voltar aos treinos de contato normalmente", garante o doutor.

A técnica consiste na aplicação de ácido hialurônico no nariz para corrigir as imperfeições. Como é um ativo produzido naturalmente pelo organismo, a substância não provoca danos ao corpo. Mais do que estética, a rinomodelação pode ajudar a melhorar a respiração.

"A rinomodelação é mais voltada para a estética, porém, algumas pessoas com o nariz apontado para baixo, quando modelados para cima, conseguem ter um aproveitamento melhor da respiração, o que é fundamental para um atleta", destaca o Dr. Aquiles.

Assim como em qualquer serviço, é imprescindível buscar um profissional qualificado. O procedimento é voltado para pequenas imperfeições. Infelizmente, em casos extremos, não há como fugir da mesa de cirurgia.

"A intervenção é externa, para reparar pequenas saliências ou tortuosidades de quem não quer ou não pode passar por uma cirurgia complexa. Já em casos mais graves, quando o procedimento precisa ser interno, é necessário recorrer à cirurgia", avisa o especialista.

Últimas