Lance Promessa de pódio nos Jogos Olímpicos, Jorge Zarif tenta se adaptar aos ventos japoneses

Promessa de pódio nos Jogos Olímpicos, Jorge Zarif tenta se adaptar aos ventos japoneses

Atleta e restante da equipe já se preparam em Enoshima desde 12 julho

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Depois de se tornar campeão mundial em 2013 e quarto na Rio 2016, Jorge Zarif se prepara para o ouro na Olimpíadas deste ano, na classe Finn da vela. Com começo na próxima terça, dia 27 de julho, a previsão são de dez regatas até o início de agosto. Já no dia 3, acontecerá a regata da medalha, onde não terá corte do do pior resultado, além de pontuação dobrada. O velejador ainda terá que disputar com outros 19 competidores da mesma classe.

A vela já virou tradição familiar para Jorge Zarif, pois Guga Zarif, seu pai, também defendeu a bandeira brasileira nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984 e de Seoul em 1988. Outro que também tem experiência os Jogos é seu treinador, Alexandre Paradeda, que entende a dificuldade de competir nos mares japoneses.

Por esse motivo tanto o técnico quanto o atleta foram para Enoshima em 12 de julho com a equipe brasileira, para a adaptação à raia, que tem ventos imprevisíveis. Sendo a previsão do tempo para o início das competições na modalidade de céu nublado e maré baixa. A primeira disputa do atleta pode ser acompanhada do Brasil às 01:05 (Horário de Brasília).

Mas antes de embarcar para Tóquio, o velejador fez uma série de paradas em Portugal e na Espanha, em busca de últimos treinos e competições que antecederam a tão sonhada disputa pelo pódio. Mas foi no Brasil que conquistou o ouro no Campeonato Sudeste Brasileiro, na Represa do Guarapiranga, nos dias 3 e 4 de julho.

A tão disputada classe Finn está presente nas Olímpiadas desde 1952, ano em que o barco de quinze pés, próprio para competição, foi inventado. O Brasil tem histórico de campeões nessa classe, como o velejador Jörg Bruder, que foi campeão nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1967, e Cáli, em 1971, tornando-se tricampeão do mundo nos anos de 1970.

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