MP acata pedido contra Neymar e ativista LGBTI+ revela receber ameaças

Agripino Magalhães pediu a apreensão do passaporte do craque

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O Ministério Público de São Paulo acatou o pedido contra ameaças de Neymar, feito por Agripino Magalhães, um ativista LGBTI+, que pediu a apreensão do passaporte do craque do Paris Saint-Germain e Seleção Brasileira. Agripino acusa o jogador e um grupo de amigos pelos crimes de homofobia, incitação ao ódio e ameaça de morte de um LGBTI+.

- O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) acatou o pedido de apuração das ameças de morte que o ativista LGBTI+ Agripino Magalhães vem sofrendo depois que denunciou o jogador Neymar Jr. e seus amigos por crimes de homofobia, incitação ao ódio e ameaça de morte de um LGBTI - informou o órgão por nota oficial.

Agripino Magalhães entrou com a ação após vazar nas redes sociais o áudio de uma conversa entre Neymar e os amigos, que conversavam sobre o incidente envolvendo a mãe do jogador, Nadine Gonçalves, e o ex-namorado Tiago Ramos. Após a denúncia, o ativista revelou ao jornal 'O Dia' que recebeu ameaças pela ação contra o atleta.

A confusão entre Nadine Gonçalves e Tiago Ramos terminou com o modelo no hospital com ferimento nas mãos. Nos áudios que vazaram nas redes sociais, Neymar chamou o modelo de "viadinho", enquanto os amigos sugeriram que o ele fosse "torturado" com um cabo de vassoura.