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Gastos milionários em corporativo e discussões marcam reunião do balanço do São Paulo

Reunião deve terminar às 17h desta quinta-feira (26)

Lance

Lance|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Conselho Deliberativo do São Paulo se reuniu para discutir o balanço orçamentário da última temporada.
  • A votação ocorre até as 17h desta quinta-feira (26) e gera polêmicas sobre a reprovação ou aprovação das contas.
  • Foram abordados gastos pessoais e saques sem comprovação, incluindo R$ 500 mil relacionados ao cartãp corporativo de Julio Casares.
  • A auditoria revelou R$ 11 milhões em saques cuja origem não foi totalmente rastreada, gerando ressalvas no balanço.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gastos milionários marcaram reunião do São Paulo Reprodução / São Paulo TV

Nesta quarta-feira (25), o Conselho Deliberativo do São Paulo se reuniu para discutir o balanço orçamentário da última temporada. O Lance! apurou os bastidores do encontro, marcado por uma série de polêmicas. A votação acontece até as 17h desta quinta-feira (26).

A reunião foi encerrada pouco depois das manifestações dos conselheiros. Durante os debates, nomes como Flávio, Marcelinho, Orlandinho e Médicis defenderam a reprovação das contas, citando a necessidade de apurar e corrigir erros de gestões anteriores. Ainda assim, houve quem sustentasse a aprovação com o argumento de que a análise deveria ser técnica.


Jaime Franco também se posicionou a favor da aprovação. Na mesma linha, Massis argumentou que a atual gestão não poderia ser penalizada por falhas de administrações passadas. Ao longo da discussão, o foco acabou sendo ampliado para outros temas, como o uso de cartão corporativo.

Cartão corporativo é alvo de polêmica

Representantes do Conselho Fiscal apresentaram informações sobre auditorias realizadas em três cartões, vinculados a Julio Casares, Belmonte e Serginho. Segundo o relato, não foram encontradas irregularidades nos cartões de Belmonte e Serginho.


Já no caso de Casares, foram identificados cerca de R$ 500 mil em gastos pessoais, posteriormente reembolsados. Não houve detalhamento sobre eventuais critérios ou correções aplicadas nesse ressarcimento.

Outro ponto abordado foi a ressalva no balanço relacionada a cerca de R$ 11 milhões em saques. De acordo com a auditoria, não foi possível rastrear a totalidade desses valores, o que motivou a observação no documento. Parte desse montante, estimada em aproximadamente R$ 7 milhões, teria sido destinada ao presidente, sem a apresentação dos devidos comprovantes. Ainda está sendo discutido qual será o procedimento em cima deste assunto.


Como dito, a votação termina às 17h. Basta maioria simples para aprovação.

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