Lance Entenda por que Pelé virou o maior vencedor da Bola de Ouro ao lado de Messi

Entenda por que Pelé virou o maior vencedor da Bola de Ouro ao lado de Messi

Morte do Rei do futebol foi confirmada nesta quinta, dia 29 de dezembro, pelo hospital Albert Einstein, em São Paulo

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O dia 29 de dezembro ficará marcado na história como a despedida do Rei do futebol, Pelé, que morreu nesta quinta, em São Paulo. Com muitos feitos em campo, o eterno craque permanece como o maior vencedor do prêmio Bola de Ouro, entregue todo ano pela revista "France Football" ao melhor jogador do mundo: sete no total. Lionel Messi é o único além do Rei que também tem sete conquistas (2009, 2010, 2011, 2012, 2015, 2019, 2021).

Pelé só foi premiado depois que se aposentou, visto que até 2007 o troféu se limitava a apenas jogadores que atuavam no futebol europeu. Com as mudanças nas regras, o Rei, que defendeu praticamente a carreira toda o Santos, conseguiu enfileirar Bolas de Ouro e ver a reparação histórica ainda em vida.

+ Veja curiosidades da trajetória de Pelé, o maior jogador da história

A "France Football" revisou toda a lista de premiados, em 2014, e concedeu a Pelé sete troféus. Sendo assim, o brasileiro se tornou o maior vencedor da premiação. Na revisão, o brasileiro levou as Bolas de Ouro dos anos de 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1965 e 1970.

Dessa forma, as sete Bolas de Ouro foram entregues a Pelé durante a cerimônia de premiação realizada no início de 2014. Na ocasião, o Rei chorou durante a celebração e agradeceu pela honraria, que ficou eterna.

— Eu prometi à minha família que não choraria, mas sou emotivo. Queria agradecer a Deus por ter me dado saúde para jogar por tantos anos. Eu não jogava sozinho, tudo que eu ganhei foi com meus amigos. As pessoas se lembram dos jogadores, mas não podemos esquecer as pessoas que preparam as chuteiras, fisioterapeutas, massagistas. Quero compartilhar com eles este troféu — disse na época.

Veja quem ‘perdeu’ o troféu para o Rei do Futebol:

1958 – Raymond Kopa (Real Madrid/França)
1959 – Alfredo Di Stéfano (Real Madrid/Espanha)
1960 – Luis Suárez (Barcelona/Espanha)
1961 – Omar Sivori (Itália/Juventus)
1963 – Lev Yashin (D. Moscovo/URSS)
1965 – Eusébio (Benfica/Portugal)
1970 – Gerd Müller (Bayern Munique/Alemanha)

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