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Com gol no fim, Athletico vence e mantém jejum do Santos

Duelo também ficou marcado por críticas de Neymar ao gramado sintético

Lance

Lance|Do R7

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Viveros, Athletico-PR, comemora seu gol com jogadores do seu time durante partida contra o Santos Hedeson Alves/Agif - Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo - 12.02.2026

O Athletico-PR venceu o Santos por 2 a 1 na noite desta quinta-feira (12), na Arena da Baixada, em partida válida pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O Furacão abriu o placar nos minutos iniciais, com Julimar, em cobrança de pênalti. O Peixe reagiu ainda na primeira etapa e empatou com Thaciano. Já o gol da vitória saiu nos minutos finais, com Mendoza.

Antes do apito inicial, o gramado sintético da Arena da Baixada foi alvo de críticas de Neymar. Pelas redes sociais, o atacante se manifestou sobre a utilização do piso artificial e classificou a prática como “impossível”, reacendendo o debate em torno das condições de jogo no estádio.


As duas equipes começaram a partida em ritmo de estudo, mas quem tomou a iniciativa foi o Athletico. Benavídez cruzou para a área, Viveros caiu após dividida com Zé Ivaldo e pediu pênalti. Após recomendação do VAR, o árbitro Ramon Abatti Abel assinalou a penalidade. Na cobrança, Julimar bateu rasteiro, deslocou Gabriel Brazão e abriu o placar para os donos da casa.

Com a vantagem, o Furacão passou a controlar as ações ofensivas, apostando na movimentação de Mendoza, Viveros e Benavídez. O camisa 9 da equipe da casa levou perigo em finalização construída por Léo Derik e Zapelli. Após o chute de perna direita, Brazão fez a defesa no centro do gol.


Aos 16 minutos, o Santos reagiu. Formando o trio de ataque ao lado de Miguelito e Rony, Thaciano foi acionado após boa jogada de Miguelito, que roubou a bola no campo ofensivo e serviu o companheiro na entrada da área. O camisa 16 finalizou com força e contou com leve desvio na trajetória para superar o goleiro Santos e deixar tudo igual.

Antes do intervalo, Miguelito ainda levou perigo em chute de esquerda, em mais uma boa chegada da equipe da Baixada Santista. No Athletico, o volante colombiano Portilla sentiu problema físico e Odair Hellmann foi obrigado a promover a primeira alteração, com a entrada de Luiz Gustavo. Já nos acréscimos, Mendoza, que também passou pelo Peixe em 2023, ano do rebaixamento inédito do clube, puxou contra-ataque iniciado por Viveros, mas finalizou por cima do gol defendido por Gabriel Brazão.


Na volta do intervalo, o Athletico retomou o controle da posse de bola e voltou a pressionar, principalmente com Viveros. O Furacão quase ampliou após cabeceio de Julimar, em cobrança de escanteio executada por Zapelli. Brazão fez grande defesa, a bola ainda desviou em Arthur Dias e saiu próxima à trave direita.

O Santos promoveu a estreia de Moisés aos 22 minutos, na vaga de Miguelito. O atacante foi um pedido de Vojvoda, com quem trabalhou no Fortaleza. Igor Vinícius ainda tentou surpreender em chute de fora da área, mas parou em boa defesa de Santos.


O gol da vitória saiu aos 45 minutos do segundo tempo. Esquivel encontrou Viveros dentro da área, e o atacante desviou de pé direito para garantir o triunfo Rubro-Negro. O resultado premiou a insistência do time da casa e empurrou o Santos para a zona de rebaixamento, ampliando a pressão sobre a equipe paulista neste início de Campeonato Brasileiro. O jejum segue diante do adversário: a última vitória santista na Arena da Baixada foi em outubro de 2021.

FICHA TÉCNICA

ATHLETICO-PR 2 X 1 SANTOS

3ª RODADA - CAMPEONATO BRASILEIRO

Data e horário: Quinta-feira, 12 de fevereiro, às 19h (de Brasília)

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)

Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Henrique Neu Ribeiro (SC)

VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)

Cartão amarelo: Gabriel Bontempo, Igor Vinícius e Vini Lira (Santos) - Odair Hellmann e Felipe Chiqueti (Athletico-PR)

Cartão vermelho: Gaston Liendo (auxiliar do Santos)

Gol: Julimar (5′/1ºT) e Viveros (45′/2ºT) - Athletico / Thaciano (16′/1ºT)

Escalações:

ATHLETICO (Técnico: Odair Hellmann) Santos; Arthur Dias, Terán e Esquivel; Benavídez, Portilla (Luiz Gustavo), Zapelli (Jadson) e Léo Derik (Dudu); Julimar (Felipe Chiqueti), Mendoza (Bruninho) e Viveros.

SANTOS (Técnico: Juan Pablo Vojvoda) Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Zé Ivaldo, Luan Peres e Vini Lira (Rollheiser); João Schmidt, Gabriel Menino e Gabriel Bontempo (Barreal); Miguelito (Moisés), Rony (João Basso) e Thaciano (Lautaro Díaz).

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