Arábia Saudita propõe sistema de defesa à F1 para evitar cancelamento do GP
Categoria viveu situação semelhante em 2022, optando por manter a corrida
Lance|Do R7
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Após a confirmação do cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, programados para abril, devido à escalada da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, os organizadores das etapas ainda buscam alternativas para manter os circuitos. A decisão da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) ocorre diante da incerteza sobre a segurança dos eventos, que podem gerar prejuízos bilionários à categoria.
Segundo o jornal alemão Sport Bild, a Arábia Saudita se empenhou em evitar o cancelamento do GP de Jeddah, previsto para os dias 17 a 19 de abril, oferecendo garantias de proteção e até um sistema especial de defesa antimísseis para o circuito. No entanto, a proposta não foi suficiente para reverter a decisão da FIA.
Justificativa da FIA
Mohammed Ben Sulayem, presidente da entidade, reforçou que a prioridade é a segurança de todos os envolvidos:
“A FIA sempre colocará a segurança e o bem-estar de nossa comunidade e de nossos colegas em primeiro lugar. Após uma análise cuidadosa, tomamos essa decisão, estando plenamente conscientes dessa responsabilidade. Desde o início da guerra, o Bahrein e a Arábia Saudita têm sido repetidamente alvo de ataques com drones e mísseis lançados pelo Irã”.
Desde o início do conflito, Bahrein e Arábia Saudita têm sido alvo de ataques com drones e mísseis lançados pelo Irã, reforçando os riscos para a realização das corridas.
Liga já viveu uma situação parecida
No ano de 2022, a Fórmula 1 enfrentou situação semelhante em Jeddah, quando atacaram uma instalação da petrolífera Aramco durante o fim de semana do GP. Apesar das intensas discussões sobre um possível cancelamento, a corrida foi mantida, pois o evento já estava em andamento.











