A 39 dias da Copa: relembre domínio do Brasil, Pelé, Messi e sede histórica
Feito inédito do México e soberania brasileira marcam a história do torneio
Lance|Do R7

O relógio não para. Faltam exatos 39 dias para que a bola role na América do Norte naquela que promete ser a maior e mais audaciosa Copa do Mundo de todos os tempos. Entre 11 de junho e 19 de julho, o planeta voltará seus olhos para uma organização inédita: pela primeira vez, três nações (México, Estados Unidos e Canadá) dividirão o papel de anfitriãs. Nesta contagem regressiva, mergulhamos nos números e recordes que moldaram o torneio que para o mundo.
Brasil soberano em presença e premiações
Enquanto o novo formato traz estreantes, o Brasil permanece como o único pilar inabalável da competição. A Seleção Brasileira é a única a ostentar o “cartão de visitas” completo, tendo participado de todas as 22 edições realizadas desde 1930. No ranking de presenças, o Brasil é seguido pela Alemanha (20), enquanto Itália e Argentina aparecem com 18 participações cada. O México, coanfitrião deste ano, fecha o top 5 com 17 aparições.
No quadro de medalhas, a soberania também é verde e amarela: somos os únicos pentacampeões. A perseguição ao topo é liderada por alemães e italianos (4 títulos), argentinos (3), seguidos pelos bicampeões França e Uruguai. Inglaterra e Espanha completam a lista de imortais com uma taça cada.
México: o palco dos palcos
Se 2026 é um ano de estreias para o Canadá, para os mexicanos é o ano da consagração. O país se tornará o primeiro a sediar o Mundial por três vezes (1970, 1986 e 2026), isolando-se no topo da lista de anfitriões. Atrás dele, com duas edições organizadas, aparecem Brasil, França, Itália, Alemanha e os Estados Unidos, que repetem a dose após o sucesso de 1994.
Juventude de Pelé ao legado de Messi
A mística da Copa é escrita por personagens que desafiam o cronômetro. Pelé mantém-se, há décadas, como o jogador mais jovem a balançar as redes no torneio (17 anos e 227 dias, em 1958). No extremo oposto, a longevidade é celebrada pelo camaronês Roger Milla, que em 1994 marcou um gol histórico aos 42 anos.
Mas é em 2026 que o livro de recordes pode ser reescrito de forma definitiva:
Entre a tradição brasileira e a inovação norte-americana, a Copa de 2026 está prestes a provar que, no futebol, os números são apenas o cenário para a próxima grande história. A contagem regressiva continua.











