Santos avalia Ibirapuera como alternativa ao Pacaembu para mandar jogos em São Paulo
Diretoria do Peixe estuda concessão de espaços e vê estádio do complexo como solução durante obras na Vila Belmiro
Jogada 10|Do R7

O Santos analisa novas possibilidades para atuar na capital paulista e tem o Complexo do Ibirapuera como uma das principais alternativas. Sem poder contar com o Estádio do Pacaembu no momento, o clube busca uma solução viável para o período em que pretende reformar a Vila Belmiro.
O entrave envolvendo o Pacaembu passa pela falta de documentação necessária para a realização de partidas oficiais. Isso esfriou qualquer avanço em uma possível parceria. Diante disso, o Ibirapuera surge como opção concreta.
O Governo de São Paulo abriu uma consulta pública para discutir melhorias no Complexo do Ibirapuera e na Vila Olímpica Mário Covas, antes de avançar com o processo de concessão. Atualmente, o espaço passa por reformas, com investimento estimado em R$ 70 milhões, incluindo modernização da estrutura.
Dentro desse cenário, o Santos já demonstrou interesse em participar da concessão das áreas. A ideia é utilizar o Estádio Ícaro de Castro Mello, que comporta cerca de 13 mil torcedores, para sediar jogos da equipe profissional enquanto a Vila Belmiro estiver em obras.
O modelo discutido prevê apenas a cessão de uso, respeitando as diretrizes de preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental. A Secretaria de Esportes conduz o processo, com o objetivo de ampliar o uso esportivo de alto rendimento no local.
Além do estádio, o clube também avalia utilizar a Vila Olímpica para treinamentos das categorias de base. Aliás, a movimentação faz parte de um planejamento mais amplo, que inclui a busca por novas estruturas para complementar o CT Rei Pelé e o CT Meninos da Vila.
E o novo estádio do Santos?
Paralelamente, o Santos segue em negociação com a WTorre para viabilizar a construção de uma nova arena. A expectativa é avançar nas tratativas ainda neste semestre. Assim, permitiria dar início ao processo de demolição da atual Vila Belmiro, obra com prazo estimado em até quatro anos.













