Logo R7.com
RecordPlus
R7 Esporte - Notícias sobre Futebol, Vôlei, Fórmula 1 e mais
‌

Paiva diz que Botafogo de 2024 ‘já não existe’ e vê ‘fase muito estranha’

Técnico também comenta sobre falha de John e reconhece que time não teve efetividade no ataque após derrota para o Estudiantes pela...

Jogada 10|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Foto: Vitor Silva/Botafogo

O técnico Renato Paiva avaliou como “fase muito estranha” do Botafogo após a derrota para o Estudiantes por 1 a 0 nesta quarta-feira (23), na Argentina, pela terceira rodada do Grupo A da Libertadores. O Alvinegro ficou em situação complicada na chave, com apenas três pontos. Além disso, o português também pontuou alguns detalhes que não gostou da distribuição da equipe em campo.

“O time já não existe, já é outro. Para além disso, tivemos aos dois minutos uma oportunidade flagrante. O Artur cabeceia sozinho na área, a bola vai por cima. Na segunda parte, Artur tem uma segunda bola no segundo poste e não faz. Na terceira, a bola do Savarino bate no travessão, no chão e sai. De fato, a questão passa um pouco por isso. Em alguns jogos criamos mais, em outros menos”, disse antes de complementar.

‌

“Hoje era um jogo em um campo muito difícil, um adversário que já tinha perdido em casa e jogava praticamente uma final. Jogamos o jogo de forma estratégica, até começou bem para nós, tivemos oportunidades a nosso favor e a bola não entrou. A partir daí, obviamente, o Estudiantes jogando em casa foi tendo mais bola. Nós, em um bloco médio que muitas vezes foi para baixo. Depois, em um lance infeliz, sofremos o gol”, disse Paiva.

‌

O que faltou ao Botafogo

O treinador português afirmou que não gostou de algumas ações defensivas do time e reconheceu que não conseguiu sair com efetividade nos lances de ataque.

‌

“No funcionamento coletivo da equipe, hoje, não gostei dos momentos defensivos, afundamos demais o bloco quando não era essa a intenção, não conseguimos sair para a pressão, que era o que queríamos. Nas oportunidades de transição, não conseguimos sair com efetividade. Na bola mais flagrante, bateu no travessão, no chão e não entrou. Sou treinador, sou responsável, mas de fato é uma fase muito estranha o que está acontecendo. Nossas oportunidades que são claras não entram, e as dos adversários que às vezes nem claras são acabam entrando e nos penalizando bastante”, lamentou.

Resultado justo

‌

Paiva também comentou sobre se o resultado foi justo. O treinador explicou que o que interessa é bola na rede. O trabalho do português está sendo questionado pelos torcedores do Botafogo. Em oito jogos, o Alvinegro, afinal, conseguiu duas vitórias, dois empates e quatro derrotas.

“Sempre respondo o mesmo no México, em Portugal, no Equador e aqui: a justiça é quando a bola entra no gol adversário mais vezes que no outro. Depois, o processo é para o treinador passar a seus jogadores, as análises, o rendimento da equipe, como jogamos, como perdemos, como ganhamos… Esse é o processo. Mas no final se ganha quando esta linda (bola) entra no gol, e hoje entrou uma vez no nosso e não entrou no deles”, destacou.

Por fim, o Botafogo segue estacionado na terceira colocação do grupo A da Libertadores. Agora, o Alvinegro volta a campo no sábado, contra o Fluminense, às 21h (horário de Brasília).

Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads,  Twitter, Instagram e Facebook.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.