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Deschamps elogia vitória da França sobre o Brasil e critica pausas para hidratação

‘Tais três minutos mudam o futebol, quebram completamente o ritmo’, reclama treinador após amistoso nos Estados Unidos

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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Didier Deschamps durante amistoso entre Brasil e França Simon Morcel / FFF

O técnico Didier Deschamps deixou o campo satisfeito com a atuação da França na vitória por 2 a 1 sobre a seleção brasileira, em amistoso disputado nesta quinta-feira (26), em Boston. Mesmo assim, o treinador fez críticas às pausas para hidratação adotadas durante a partida, que também serão utilizadas na Copa do Mundo de 2026.

Ao analisar o jogo, Deschamps valorizou o desempenho da equipe diante de um adversário de peso.


“Ela é bonita (a vitória) porque é o Brasil. Há 11 anos, levamos uma derrota dura e havia uma grande diferença entre as equipes. Não diria que isso se inverteu, mas o que fizemos no primeiro tempo e depois, mesmo com um jogador a menos, foi muito interessante”, afirmou.

O técnico destacou a organização e a qualidade técnica do time ao longo da partida.


“Tivemos controle técnico, boa ligação entre meio-campo e ataque, e conseguimos mudar posições sem prejudicar o coletivo. Contra um Brasil mais cauteloso, que buscava transições rápidas, fico satisfeito com o que apresentamos”, completou.

Deschamps reclama das paradas para hidratação

“É bom para quem transmite ter espaço para comerciais, mas isso muda o jogo. Três minutos podem quebrar o ritmo, principalmente quando um time está em um bom momento”, disse.


Além disso, o treinador também comentou sobre a queda de rendimento do time após o intervalo.

“Voltamos de um primeiro tempo muito bom, mas a retomada foi mais difícil. E ficar com um jogador a menos, com o desgaste, complica ainda mais. Isso também atrapalhou as mudanças que eu queria fazer”, explicou.


Por fim, o treinador já projetou o próximo compromisso e indicou mudanças na equipe.

“Vou fazer muitas alterações contra a Colômbia, talvez até 11. Quero observar melhor os jogadores”, concluiu.

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