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Chegada do Uzbequistão aos EUA tem cães farejadores, detectores e horas de espera

Delegação reclamou do tratamento recebido em Chicago, em mais um episódio envolvendo os rígidos protocolos adotados para a Copa do Mundo

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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Seleção do Uzbequistão é revistada na pista do aeroporto de Chicago Reprodução de vídeo

A Copa do Mundo de 2026 ainda nem começou, mas os procedimentos de segurança dos EUA já vêm dando muito que falar. Nesta segunda-feira (8), no desembarque no Aeroporto O’Hare de Chicago, a delegação do Uzbequistão sofreu com o excesso das autoridades americanas.

As autoridades americanas revistaram todo o material transportado pelos uzbeques com detectores de metal e até cães farejadores. Alguns dirigentes demonstraram insatisfação com o tratamento e também pelo fato de terem de esperar algumas horas sob sol forte.


A controvérsia envolvendo a delegação aumentou ainda mais a lista dos conflitos diplomáticos envolvendo jogadores e seleções nesta Copa. Na semana passada, as autoridades americanas detiveram o atacante iraquiano Aymen Hussein por sete horas no Aeroporto O’Hare, em Chicago. O fotógrafo da seleção iraquiana teve a entrada no país negada após passar por um processo de triagem que durou cerca de dez horas. Em outro incidente, o premiado árbitro somali Omar Artan teve a entrada nos EUA negada por causa de um suposto problema envolvendo a emissão de seu passaporte.

A questão também evidenciou preocupações mais amplas sobre as restrições de viagem que afetam o torneio. O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, impôs proibições de visto e restrições mais rigorosas a diversos países, incluindo Senegal, Costa do Marfim, Haiti e Irã.

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