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Casemiro diz que Brasil chega forte à Copa do Mundo, mas sem favoritismo

Após desembarque, meio-campista cita ciclo turbulento, com trocas de treinadores, mas exalta jovens do elenco do Brasil

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A seleção brasileira chegou a Nova Jersey para a fase final de preparação para a Copa do Mundo.
  • Casemiro destacou que o Brasil chega forte, mas sem favoritismo, devido a um ciclo turbulento com mudanças de treinadores.
  • A CBF investiu em uma aeronave VIP para reduzir o desgaste da viagem de dez horas até os Estados Unidos.
  • Carlo Ancelotti terá todos os 26 jogadores à disposição pela primeira vez desde a convocação, com treinamentos ocorrendo no Columbia Park Training.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Casemiro fala sobre falta de favoritismo da seleção brasileira Caean Couto-Imagn Images/Reuters - 02.06.2026

A seleção brasileira chegou a Nova Jersey, nos Estados Unidos, na manhã desta terça-feira (2), e iniciou a fase final de preparação para a Copa do Mundo. Pela primeira vez desde a convocação, o técnico Carlo Ancelotti poderá reunir os 26 jogadores chamados para o torneio. No desembarque, Casemiro ressaltou que existem outras seleções à frente do Brasil neste primeiro momento.

“Dessa vez viemos com esse passinho atrás, mas o alerta está sempre ligado. Temos mais jogadores jovens, que terão maior protagonismo, e a mescla está boa. Treinador com total experiência, apesar de ser a primeira Copa. Chegamos fortes. Existem outras seleções que estão à frente do nosso processo. Não precisa ficar falando, mas sabemos que há seleções na frente. Mas a seleção é sempre forte. Sonho de criança de vencer”, disse.


Dessa forma, o meio-campista aponta o turbulento ciclo vivido nos últimos quatro anos como um dos motivos para essa avaliação. Durante o período, a equipe passou por três mudanças de treinador, registrou sua pior campanha da história nas Eliminatórias Sul-Americanas e acumulou resultados e marcas negativas que aumentaram as dúvidas em torno da seleção.

“Ciclo difícil, mudança de treinador, de presidente, muitas turbulências. Temos somente um ano de trabalho com o treinador. São apenas 40 dias de trabalho. Acho que vamos chegar fortes. Temos qualidade, jogadores com energia, mescla boa”, destacou.


Seleção em solo norte-americano

Para reduzir o desgaste da longa viagem, a CBF investiu em uma aeronave VIP equipada com 96 assentos de primeira classe. Assim, o voo durou cerca de dez horas. Após o desembarque, a delegação ainda enfrentou um trajeto de aproximadamente duas horas, considerando os procedimentos de imigração e o deslocamento até o hotel em Basking Ridge, local que servirá de base para o Brasil durante toda a fase de grupos.

Pela primeira vez desde a convocação, Carlo Ancelotti terá todos os 26 jogadores à disposição. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, que não participaram dos treinamentos na Granja Comary nem do amistoso contra o Panamá, se juntaram ao grupo na noite de segunda-feira (1).


O primeiro trabalho da equipe nos Estados Unidos ocorrerá às 18h (de Brasília) desta terça-feira (2), no Columbia Park Training. O local é o centro de treinamento do New York Red Bulls recentemente reformado. O local funcionará como quartel-general da Seleção durante o Mundial. A atividade acontecerá sem acesso da imprensa.

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