Goiás e Atlético-GO definem protocolos próprios para voltarem a treinar

Goiás e Atlético-GO se basearam nas recomendações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Comissão Médica e de Combate à Dopagem (CMCD), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para formularem seus protocolos de volta aos treinos.

O Campeonato Goiano está paralisado desde meados de março, enquanto os clubes entraram de férias em 1º de abril. O Goiás pretende voltar aos treinos em 18 de maio, enquanto o Atlético ainda não definiu uma data.

A cartilha do Goiás prevê que os atletas levem o próprio kit pessoal, incluindo álcool em gel e máscara, e recomenda que os jogadores não compartilhem "absolutamente nada". O clube alviverde ainda destaca mais três atos até o treino: ir direto ao CT e sozinho no carro (sem carona), além de passar pelo teste da temperatura na chegada ao CT e já descer do carro uniformizado, sem objetos pessoais como celular, carteira e óculos, por exemplo.

Serão quatro períodos de treino (das 8h às 9h, das 9h30 às 10h30, das 15h às 16h e das 16h30 às 17h30), sendo que a comissão técnica utilizará dois campos com quatro jogadores cada.

O protocolo do Atlético será semelhante. O clube rubro-negro ainda entregará um questionário aos atletas com dez questões e pontuações diferentes. Febre, por exemplo, dará 5 pontos ao atleta, dificuldade respiratória valerá 10 pontos. A pontuação final, se for de 1 a 9 pontos terá risco baixo, de 10 a 19 pontos terá risco médio e entre 20 e 36 pontos, risco alto.

Antes de iniciar os treinamentos - com 48h de antecedência -, o Atlético pretende fazer exame de sorologia em jogadores, comissão técnica e funcionários. No caso do Atlético, os treinos terão entre seis e oito atletas. Os jogadores receberão kits do clube, mas a higienização deverá ser feita pelos próprios atletas.

Nos dois clubes, os jogadores não terá acesso ao vestiário, refeitório ou qualquer setor interno do CT, apenas o gramado.