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BRASILEIRO 2022

Vai cair? Santos tem pior início de Brasileirão na era dos pontos corridos

Peixe tem apenas um ponto em três rodadas. Campanha é pior do que em 2023, quando o time foi rebaixado pela primeira vez

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Santos tem o pior início de Brasileirão na era dos pontos corridos, somando apenas um ponto em três rodadas.
  • Em comparação a 2023, quando o time foi rebaixado pela primeira vez, a campanha atual é ainda pior.
  • A equipe sofreu duas derrotas e um empate, ocupando a 18ª colocação na tabela.
  • Os principais problemas são a falta de efetividade no ataque e deficiências na zaga e meio-campo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Santos perdeu mais uma no Brasileirão Reinaldo Campos/ Santos F.C.

O 2026 do Santos é desastroso até aqui. O Peixe soma apenas duas vitórias no ano e, no Brasileirão, tem seu pior início de campanha na era dos pontos corridos. Até em 2023, quando o clube caiu pela primeira vez em sua história, o time tinha mais pontos do que na temporada atual. O clube de Neymar Jr., Gabigol e companhia tem duas derrotas e um empate na Série A, apenas um ponto somado e amarga a 18ª colocação.

No ano da queda, o Santos tinha quatro pontos nas primeiras três rodadas, com uma vitória, um empate e uma derrota. Já neste ano, a campanha santista teve início com derrota fora de casa para a Chapecoense, recém-promovida para a elite do futebol nacional, por 4 a 2. Depois, o time empatou em casa, por 1 a 1, com o São Paulo. Na última rodada, voltou a perder, dessa vez por 2 a 1, para o Athletico, na última quinta-feira (12).


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“O Santos sofreu porque começou abaixo do que tem que começar. Sofremos um pênalti com cinco minutos. O segundo tempo foi igualado. Tivemos opções claras. Foi um chute do Igor (Vinicius) bom. Tem que matar esse tipo de jogo. Quando não temos efetividade, temos que fechar o jogo. Tentei nos últimos cinco minutos. Moisés e Lautaro correm para tentar martelar. Essa foi minha estratégia, minha leitura durante o jogo”, analisou Vojvoda, após a partida.

Derrotas expõem fragilidade no elenco

Nas três rodadas de Brasileirão, o Santos expôs o quão desequilibrado é o próprio elenco. Contra Chape e Furacão, o Peixe jogou bem, teve chances de vencer, mas cedeu gols que não poderia, originados de erros infantis. No último duelo, por exemplo, Zé Ivaldo fez pênalti com menos de cinco minutos de jogo, a terceira penalidade cometida pelo defensor em 2026.


O gol da vitória do Athletico também vêm de pane no sistema defensivo. Mesmo com sete jogadores defendendo a área, o Furacão, que atacou com dois jogadores, balançou as redes com Viveros. No lance, João Schmidt e João Basso pararam de acompanhar o atacante, que finalizou com muita liberdade mesmo em situação de desvantagem numérica.

Necessidade de reforços

O problema é claro: a falta de material humano. A zaga e o meio-campo são os setores de maior deficiência atualmente, e as opções de Vojvoda são escassas. Na defesa, três zagueiros ainda são remanescentes da Série B. Basso, inclusive, foi rebaixado com o Peixe em 2023 e está no elenco até hoje. Adonís Frias e Alexis Duarte, contratados por 4 milhões de dólares cada no ano passado, também não convenceram.

No meio-campo, com a lesão de William Arão, as opções para o setor são João Schmidt e Thomás Rincón, que também são remanescentes da Série B. A única contratação pedida por Vojvoda foi a de Felipe Loyola, ex-Independiente, mas o Peixe não conseguiu concluir a negociação. José Aldo, do Mirassol, também ficou perto de vir, mas o negócio também não se concretizou.

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