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BRASILEIRO 2022

Torcida picha muros da Gávea por saída de presidente, Diego e Arão

Flamenguistas picharam como 'time sem sangue' na sede do clube, após empate em 1 a 1 com Santa Fe-COL pela Copa Libertadores, no Maracanã

Futebol|Do R7

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Flamenguistas estão revoltados com a gestão de Eduardo Bandeira de Mello
Flamenguistas estão revoltados com a gestão de Eduardo Bandeira de Mello

Pouco depois do empate por 1 a 1 com o Independiente Santa Fe-COL, na noite desta quarta-feira (18), no Maracanã, pela terceira rodada do Grupo 4 da Copa Libertadores, os muros da sede do Flamengo, no bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, foram pichados.

Os principais alvos do ato de vandalismo foram o presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, o meia Diego e o volante William Arão. Torcedores escreveram frases como "time sem sangue", "queremos raça" e "não somos empresa" na sede do clube rubro-negro.


O tropeço de ontem foi o segundo do Flamengo como mandante nesta edição da competição continental. A equipe carioca ficou apenas no 1 a 1 contra o River Plate, no Engenhão.

Em ambos os jogos, o Flamengo atuou com portões fechados nos estádios por causa de punição aplicada pela Conmebol em decorrência dos atos de violência de torcedores na partida de volta da final da Copa Sul-Americana de 2017, contra o Independiente-ARG, no Maracanã.


Apesar do protesto e da ampliação do jejum como mandante, o Flamengo está na liderança da chaves, com cinco pontos, principalmente pelo fato de ter vencido o Emelec por 2 a 1, no Equador, em duelo válido pela segunda rodada desta chave. A equipe rubro-negra voltará a jogar pela competição no próximo dia 25, novamente contra o Santa Fe, em Bogotá, na abertura do returno.

Silêncio


Com sua gestão sendo criticada por torcedores e também por membros do próprio clube, onde enfrenta forte pressão interna como presidente, Eduardo Bandeira de Mello preferiu não dar entrevistas após o empate da última quarta-feira no Maracanã.

Ao passar pela zona mista do estádio, o dirigente disse aos jornalistas que se calaria com a seguinte justificativa: "Não vou falar porque não entendo de futebol", declarou.


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