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BRASILEIRO 2022

Thierry Henry, SB Batata e Sucão: os nomes mais curiosos da Copinha 2026

Na atual edição, aparecem referências a jogadores consagrados, animais, comidas e características físicas inusitadas

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Copinha de 2026 reúne jogadores com apelidos curiosos e nomes pouco usuais.
  • Apelidos fazem referência a jogadores consagrados, animais, comidas e características físicas.
  • Clubes como Atlético Mineiro e América do Rio de Janeiro destacam-se pela variedade de nomes inusitados.
  • A competição é um grande palco para jovens jogadores que buscam iniciar suas carreiras no futebol.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Com os 32 grupos definidos, a 56ª edição da Copinha segue até 25 de janeiro Reprodução/Instagram

A Copinha de 2026 começou na sexta-feira (2) e mantém uma de suas marcas mais recorrentes. Além de revelar jovens jogadores, o torneio volta a reunir uma extensa lista de atletas registrados com apelidos ou nomes pouco usuais, quase sempre ligados à trajetória no futebol amador ou às categorias iniciais.

Na atual edição, aparecem referências a jogadores consagrados, animais, comidas e características físicas. Em muitos casos, o apelido antecede o registro federativo e acaba oficializado pelos clubes e pela Federação Paulista de Futebol.


O Atlético Mineiro, tricampeão da competição, inscreveu Mosquito, Pedro Cobra, Gabriel Veneno e Gutte. No Fluminense, o destaque é Riquelme Felipe, enquanto Gabriel Gorgulho também aparece entre os relacionados. O São Luís, do Maranhão, conta com dois jogadores chamados Riquelme, além de Sulleyman, Juanderson e Clenilton. O Guanabara City, de Goiás, tem Arthur Golaço, Ronald Catatau e outro Riquelme no elenco.

No Bahia, Dell e Dodô aparecem entre os inscritos, além de Jampa. O Ivinhema, do Mato Grosso do Sul, registra Dhones Viana, Maruan Al Halabi e Sandherson Souza. O Fortaleza leva Hwaskar e o nigeriano Michael Fashanu, conhecido como Fash. O Red Bull Bragantino conta com Jacaré, enquanto o São José inscreveu Esquerdinha, Casquinha e Guaru.


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O Náutico apresenta Lukayann, junção dos nomes Lucas e Rayan. O Cruzeiro inscreveu Kaiquy Luiz, Dayvinho, Murilo Rhikman, Baptsistella e Nygol. O Athletic Mineiro aparece com Kleibinho, Kazim, Asafe e Índio.

Entre os clubes com maior concentração de apelidos, o América do Rio de Janeiro inscreveu Choque, Churrasquinho, Cocão, Pedigree e Sucão. A Tuna Luso, do Pará, tem Matraca, Tripa e Xamã. O Juventude Samas, do Maranhão, conta com Bolt, Bolinha e Pantera. O Ibrachina, de São Paulo, aparece com Pirituba e Tigrão.


Outros nomes curiosos surgem espalhados pela competição. Picolé defende o Esporte de Patos, da Paraíba. Sapinho e Cleitinho jogam pelo Independente do Amapá. Levy Romário atua pelo Quixadá, do Ceará. Pinho, Foguinho e Citolin estão no Real do Rio Grande do Sul. Guegue defende o União Cacoalense, de Rondônia.

A lista segue com apelidos ligados a características físicas, como Gigante, do Ceará, Cabeça, do Santa Cruz, e Gelado, do Corinthians. Animais também aparecem com frequência, como Pantera, do Bangu, Pombo, do Atlético Piauiense, Tubarão, também do Bangu, e Esquilo, do Canaã do Distrito Federal.


Apesar de muitos desses nomes não resistirem à transição para o futebol profissional, a Copinha segue como o principal palco para esse tipo de registro. Em 2026, mais uma vez, os apelidos dividem espaço com jovens que tentam transformar o torneio em ponto de partida para a carreira.

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