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BRASILEIRO 2022

Site do Atlético-PR reproduz texto que acusa torcida vascaína de provocar briga em Joinville

Clube paranaense tenta se eximir de culpa pela confusão em Santa Catarina

Futebol|Do R7

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Texto reproduzido pelo Atlético-PR defende torcida do clube após briga com o Vasco, em Joinville (SC)
Texto reproduzido pelo Atlético-PR defende torcida do clube após briga com o Vasco, em Joinville (SC)

Em mais um capítulo do jogo de empurra que começou após a briga generalizada envolvendo torcedores de Atlético-PR e Vasco, o site oficial do clube paranaense reproduziu um texto que acusa os cariocas de terem provocado a confusão em Joinville (SC).

O artigo foi publicado originariamente no jornal Água Verde, que circula em bairros da zona sul de Curitiba.


— Para evitar o rebaixamento e jogar a decisão para os tribunais desportivos, onde os cartolas cariocas costumam levar a melhor, com apoio da chamada grande imprensa, a torcida organizada do Vasco da Gama preparou com antecedência a violência deflagrada na Arena Joinville, como provam os artefatos que alguns vascaínos portavam.

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O texto chega a defender os torcedores rubro-negros que participaram do tumulto.

— Portanto, a culpa da violência e selvageria verificada na Arena Joinville não é da torcida organizada do Atlético Paranaense, mas da torcida vascaína, a única interessada em tumultuar o bom andamento da partida que mostrava a vitória atleticana desde os primeiros minutos de jogo.


O texto também critica o Ministério Público de Santa Catarina, que teria impedido a polícia de fazer a segurança na Arena Joinville.

— A essa atitude antidesportiva – não rara no futebol brasileiro – somou-se a incompetência do comando da Polícia Militar de Santa Catarina, que se recusou a colocar policiais em campo, mesmo sabendo da visível possibilidade de brigas anunciadas pelas redes sociais da torcida organizada do Vasco. Confrontado pela imprensa, o comandante da PM no jogo realizado denunciou – irresponsavelmente - que a culpa seria do Ministério Público de SC, que teria impedido a presença de policiais militares no estádio. Afirmação desmentida depois pelo órgão da Justiça catarinense.

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