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Prass se divide entre alegria e frustração após vitória do Palmeiras

O goleiro admite que o jogo contra Rosário Central ficará marcado em sua carreira

Futebol|Do R7

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Lance capital foi defesa da cobrança de pênalti, na quinta (3)
Lance capital foi defesa da cobrança de pênalti, na quinta (3)

A atuação do Palmeiras na vitória por 2 a 0 sobre o Rosario Central fez com que o goleiro Fernando Prass deixasse o Allianz Parque com dois sentimentos bem distintos. A alegria de ver a boa atuação da primeira etapa e a frustração pela queda de rendimento na etapa final.

"Foram dois jogos bem distintos. Primeiro tempo muito bom e o segundo tempo ruim. Isso nos dá alegria, mas nos deixa p... e frustrados também. Nosso primeiro tempo mostrou que temos qualidade. Se a gente conseguiu fazer aquele primeiro tempo, porque não fazer sempre? Precisamos achar uma constância e isso passa pela parte psicológica. Estamos jogando com muita pressão e isso só vai mudar com bons resultados", analisou o goleiro.

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O goleiro admite que o jogo desta quinta-feira ficará marcado em sua carreira. Ao ser questionado se já havia sofrido pressão semelhante, respondeu: "Não sei se a memória vai me trair, mas acho que não". Além de fazer grandes defesas, o lance capital do goleiro foi a bela defesa da cobrança de pênalti batida por Ruben.

Sobre a jogada, Prass contou que a frieza fez a diferença. "Eu tinha algumas indicações de pênalti deles. Tive um leve pressentimento que eu ia apontar para o canto e ele ia bater no meio, mas não podia arriscar de ficar no meio. Consegui ter frieza para segurar até o último minuto e chegar na bola", explicou.

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Algo que chamou a atenção, foi que ao final da partida, Prass foi comemorar com a torcida. Ele subiu em uma parte das arquibancadas e fez a festa com os palmeirenses, logo após o gol marcado por Allione.

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"No contra-ataque eu joguei junto. O Allione cortou, o cara bateu nele e fez o gol. Aí eu vi que acabou o jogo e o sofrimento era tão grande que eu fui lá com a torcida, porque ela foi sensacional. O segundo tempo foi muito complicado e eles apoiaram, gritaram e não pararam de cantar. Foi um diferencial", resumiu o goleiro.

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