Futebol 'Neymar nunca esteve tão feliz em Paris', diz meio-campo do PSG

'Neymar nunca esteve tão feliz em Paris', diz meio-campo do PSG

Espanhol Ander Herrera é amigo do brasileiro e citou jantar com ele antes da quarentena a rádio na Espanha, ele também não acredita na saída de Mbappé

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Ander Herrera acredita na permanência de Mbappé e Neymar no PSG

Ander Herrera acredita na permanência de Mbappé e Neymar no PSG

Divulgação PSG

A novela da possível volta de Neymar ao Barcelona ganha mais um episódio. Desta vez, o meio-campo do Paris Saint-Germain Ander Herrera afirmou à rádio espanhola 'Cope' que essa transferência não deve acontecer, porque o brasileiro está feliz em Paris. 

"Jantei com Neymar antes de começar a quarentena e ele está muito envolvido com o PSG. Me contou que nunca esteve tão feliz em Paris", contou o meia espanhol. 

Herrera chegou ao time de Neymar no meio de 2019 e os dois são bem próximos, disse o jogador. Além disso, ele também falou sobre Mbappé, que também é uma das possíveis negociações do PSG. "A impressão que tenho é que o projeto do clube é fazer os dois se sintam feliz aqui. Eu quero que dê certo porque quero os melhores perto de mim. Além disso, com a situação atual do mundo acredito que sejam difíceis as duas saídas."

Advogado Neymar

O advogado Marcos Motta, que ajudou o camisa 10 do Brasil na transferência para Paris, afirmou ao jornal português 'A Bola' que também não acredita na volta do atacante ao Barcelona, devido à crise gerada pelo novo coronavírus. 

"Não é momento para realizar grandes transferências. O mercado de transferências vai mudar nos próximos meses, será mais realista, sofisticado e pontual. Prevejo poucas transferências porque não são boas para a imagem da indústria. A 'bolha' do mundo do futebol estourou. Vivemos num mundo de ilusão, que agora já não é realidade", falo o advogado ao site de Portugal. 

Ele também falou sobre a situação financeira dos clubes. "Nunca na história, desde a 2.ª Guerra Mundial, os clubes estiveram nesta situação. A venda de bilhetes, o merchandising, as receitas de patrocínio. Todo o setor foi ferido", finalizou Motta.

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