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BRASILEIRO 2022

Multa de R$ 2 milhões, crise interna: por que o São Paulo mantém Roger Machado

Em meio à pressão da torcida, o clube teme ficar em prejuízo com mais um técnico e ter que reestruturar a direção

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Roger Machado permanece como técnico do São Paulo apesar das vaias da torcida após a vitória contra o Juventude.
  • O clube teme prejuízos financeiros e uma crise no departamento de futebol caso decida demiti-lo.
  • A multa rescisória para demitir Machado é de R$ 2,1 milhões, além das rescisões de outros técnicos que totalizam quase R$ 7 milhões.
  • Roger defende que a pressão externa prejudica o desempenho dos jogadores e afirma que o clima interno é positivo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Roger Machado foi vaiado após vitória do São Paulo contra o Juventude Rubens Chiri/São Paulo FC

Mesmo após a vitória do São Paulo contra o Juventude por 1 a 0 nesta terça-feira (21), Roger Machado deixou o gramado do Morumbis sob vaias da torcida, que vem cobrando a saída do técnico e do diretor executivo Rui Costa.

Apesar dos protestos, demitir o treinador durante a temporada poderia desencadear uma crise no departamento de futebol e aumentar as dívidas do clube.


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O São Paulo teria que desembolsar R$ 2,1 milhões em multa para Roger Machado caso decida trocar de técnico. Vale destacar que o tricolor ainda não pagou as rescisões de Hernán Crespo e Luis Zubeldía, que somadas acumulam quase R$ 7 milhões.

Além disso, caso seja demitido, o técnico pode acabar levando o diretor executivo Rui Costa junto, já que ele é um de seus maiores apoiadores no clube. A demissão traria mais dívidas e exigiria uma reestruturação na direção do clube em meio à temporada.


Em coletiva de imprensa após o jogo desta terça-feira (21), Roger Machado garantiu que manterá sua postura firme em meio aos protestos e afirmou que a pressão externa está prejudicando o desempenho dos jogadores.

“É importante separar o ambiente interno da pressão externa. Internamente, o clima é muito saudável, todos estão comprometidos para que as coisas funcionem. Já externamente, a pressão sobre o treinador acaba impactando os jogadores. No jogo da Sul-Americana, além das orientações táticas, pedi calma ao elenco, pois estavam ansiosos, muito em função do ambiente criado fora. Isso é prejudicial para o trabalho e para o São Paulo. Tenho 33 anos de clube, já vivi momentos de pressão, alguns passaram, outros não. Sigo firme, confiante no trabalho e acreditando na recuperação”, disse o técnico.

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